O pré-natal é importante para diagnosticar problemas cardíacos
O estudo acompanhou 193 mulheres, divididas em quatro grupos: grávidas hipertensas (57 pacientes), grávidas com pressão arterial normal (47), não-grávidas hipertensas (41) e não-grávidas com pressão arterial normal (48). "A hipertensão representa por si só um risco para as mulheres, estejam elas grávidas ou não, mas a presença de hipertrofia significa risco adicional de outros eventos, como insuficiência cardíaca e infarto", afirma Silméia.
A médica alerta para a importância do pré-natal, que é uma oportunidade de identificar a hipertensão. Segundo a médica, a maneira mais segura de apontar alterações cardíacas secundárias à hipertensão é o ecocardiograma.
Vale lembrar que algumas mulheres chegam a ter hipertensão apenas durante a gestação, o que também pode causar hipertrofia no coração. No entanto, de acordo com a pesquisadora, os dois problemas freqüentemente são resolvidos após o nascimento do bebê. "A hipertensão crônica, independentemente da gestação, representa 30% dos casos de aumento da pressão arterial em grávidas nos países desenvolvidos e 75% nos países em desenvolvimento", acrescenta.
Entre os fatores que aumentam os riscos de hipertensão em mulheres jovens estão o estresse físico e psicológico, tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade e consumo excessivo de sal. "A hipertensão é a principal causa de morte em mulheres com mais de 35 anos e seu diagnóstico é prejudicado pelo fato de ser uma doença silenciosa (sem sintomas)", acrescenta.
O estudo acompanhou 193 mulheres, divididas em quatro grupos: grávidas hipertensas (57 pacientes), grávidas com pressão arterial normal (47), não-grávidas hipertensas (41) e não-grávidas com pressão arterial normal (48). "A hipertensão representa por si só um risco para as mulheres, estejam elas grávidas ou não, mas a presença de hipertrofia significa risco adicional de outros eventos, como insuficiência cardíaca e infarto", afirma Silméia.
A médica alerta para a importância do pré-natal, que é uma oportunidade de identificar a hipertensão. Segundo a médica, a maneira mais segura de apontar alterações cardíacas secundárias à hipertensão é o ecocardiograma.
Vale lembrar que algumas mulheres chegam a ter hipertensão apenas durante a gestação, o que também pode causar hipertrofia no coração. No entanto, de acordo com a pesquisadora, os dois problemas freqüentemente são resolvidos após o nascimento do bebê. "A hipertensão crônica, independentemente da gestação, representa 30% dos casos de aumento da pressão arterial em grávidas nos países desenvolvidos e 75% nos países em desenvolvimento", acrescenta.
Entre os fatores que aumentam os riscos de hipertensão em mulheres jovens estão o estresse físico e psicológico, tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade e consumo excessivo de sal. "A hipertensão é a principal causa de morte em mulheres com mais de 35 anos e seu diagnóstico é prejudicado pelo fato de ser uma doença silenciosa (sem sintomas)", acrescenta.
Via: http://saude.terra.com.br/gestacao/coracao-de-hipertensas-pode-aumentar-na-gravidez,1108566d25f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html
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