quinta-feira, 30 de junho de 2011

Magros também podem ter problemas no coração

Gene, peso e coração
Genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à diabetes do tipo 2 - condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.
O estudo, feito pelo Medical Research Council da Grã-Bretanha, sugere que variantes do gene IRS1 reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, em torno de órgãos como o coração e o fígado - muito mais perigosa.
O trabalho foi publicado na revista científica Nature Genetics e envolveu estudos genéticos com 76 mil pessoas.
A associação entre as variantes genéticas e as doenças foi maior forte nos homens.
Leia mais clicando abaixo.

Faringite (Garganta Inflamada)

Trata-se da inflamação da faringe, um órgão de forma ovalada que se estende do crânio até o esôfago e que coordena a passagem da respiração e dos alimentos pela garganta, evitando colisões entre eles.

A faringite pode ser provocada por, vírus, bactérias ou alergia. No primeiro caso, geralmente surge durante uma gripe e provoca tosse, nariz entupido e dor na garganta.“Antiinflamatórios e analgésicos resolvem o problema”, diz o otorrinolaringologista Paulo Pontes, da universidade Federal de São Paulo. Há também a faringite bacteriana, ou purulenta. Ela ocorre mais nas pessoas que têm amigdalite_ inflamação das amígdalas.

Quando a resistência de quem tem o problema cai, certos orifícios das amígdalas acumulam secreções e bactérias que, em seguida, atacam a faringe. Isso acaba resultando em muito pus e dor na região. “Antibióticos são os mais recomendados nesse caso”, indica o médico.

Por último, há as alérgicas. Os grandes vilões desse drama são o ar condicionado e os ambientes poluídos. Eles desidratam a mucosa da faringe, provocando irritação.

Revista Saúde é Vital nº 185

25% dos idosos que fraturam o fêmur morrem em menos de um ano

Idoso exercício
Estudo da Sociedade Brasileira de Ortopedia diz que acidentes acontecem à noite



Uma pesquisa da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) constatou que 25% dos idosos que sofrem fratura do fêmur  morrem em menos de um ano após a fratura. A pesquisa foi feita no Hospital Governador Israel Pinheiro, em Belo Horizonte, iniciada com 190 pacientes, principalmente funcionários públicos aposentados.


A pesquisa realizada pelo professor Marco Antonio Castro Veado, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, com o ortopedista Ulisses Cunha, acompanhou 153 pacientes. 38 morreram em menos de um ano após a cirurgia, 13,7% ficaram totalmente dependentes depois de operados, e outros 19,6% ficaram parcialmente dependentes.
Ao todo, 33 participantes foram excluídos da pesquisa por terem perdido contato com os pesquisadores ao longo do estudo e outros quatro morreram logo após a cirurgia.

Segundo Marco Antonio, a pesquisa mostra que a grande maioria dos pacientes sofre a fratura em casa, no trajeto entre o quarto e o banheiro durante a noite.

- Caem ao perderem o equilíbrio por estarem de meia, que escorrega no piso, por causa de tapetes que deslizam e por ausência de “vaga-lume”, a lâmpada junto ao rodapé, que ilumina o piso junto à cama.

Além dessas causas comprovadas, o ortopedista verificou que uma grande porcentagem dos fraturados (80%), fazia uso de um ou mais remédios, como anti-hipertensivos, que podem causar alguma tontura e facilitar a queda. 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Baixo peso: saiba quando emagrecer pode ser perigoso

 O baixo peso pode esconder doenças importantes. Foto: Getty Images
Estar abaixo do peso pode ser perigoso para a saúde
Foto: Getty Images




JULIANA CREM
A balança é sempre malquista, principalmente pelas mulheres. A guerra é para fazê-la apontar números inferiores àquele que se enxerga. Mas, em alguns momentos, a balança pode mostrar estes números menores do que o esperado, anunciando que algo pode não estar bem com o organismo.
Um corpo abaixo do peso ideal pode esconder problemas de saúde como diabetes e hipertireoidismo, entre outros males, assim como pode acarretar distúrbios que chegam até mesmo colocar a vida em risco. Saber as causas e consequências do baixo peso é essencial para a manutenção da saúde e do bem-estar.
Não é o que parece
É senso-comum observar uma pessoa que está abaixo do peso e associar sua magreza à desnutrição. Todavia, nem todos os esquálidos estão, necessariamente, padecendo da falta de nutrientes. É preciso levar em consideração as características individuais de cada um, além do cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC), pois há quem apresente baixo peso e alta porcentagem de gordura no corpo e vice-versa. "O IMC é muito importante, mas temos que ter bom-senso e avaliar o biótipo de cada pessoa. Há mulheres, por exemplo, com uma estrutura mais forte, que vai fazer com que elas sejam mais pesadas e, nem por isso, estão acima do peso ideal", indicou Alfonso Massaguer, ginecologista e diretor clínico da clínica Engravida, de São Paulo (SP).
"A desnutrição geralmente é causada por uma dieta pobre em calorias e proteínas, ou por má absorção de nutrientes. Pode ser o somatório de várias causas, como sociais, psiquiátricas ou patológicas. Por isso, toda pessoa que está fora do peso ideal, tanto para mais quanto para menos, deve procurar um profissional capacitado para descartar uma condição mais séria", reforçou a naturopata holística Angela Freitas, do Babele Spa & Bem-Estar, da capital paulista.

Diabetes e pressão alta: crianças também têm doenças de adultos


Hipertensão arterial, diabetes, gordura no sangue, enxaqueca, AVC, depressão, ansiedade e até mesmo anorexia não são mais associadas aos adultos; .... Foto: Getty Images


Hipertensão arterial, diabetes, gordura no sangue, enxaqueca, AVC, depressão,
 ansiedade e até mesmo anorexia não são mais associadas aos adultos;
 especialistas reforçam a necessidade de hábitos saudáveis desde a primeira infância
Foto: Getty Images


DANIELLE BARG
Já se foi o tempo em que arranhão no joelho, dor de barriga ou mal-estar seguido de gripe eram as principais reclamações vindas das crianças. De acordo com estudos recentes sobre o tema e a observação diária de especialistas da área, algumas doenças consideradas como "coisa de adulto" agora também atingem os pequenos.
De acordo com os profissionais ouvidos pelo Terra, as principais "novidades" nos consultórios médicos são as síndromes metabólicas como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, aumento da gordura no sangue, enxaqueca e AVC. Dentre os problemas psicológicos, estão a depressão e ansiedade excessiva. A obesidade também está entre os principais problemas e, segundo o Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, já atinge 30% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos.
Para a Dra. Vera Koch, chefe da unidade de nefrologia do Instituto da Criança do HCFMUSP, a obesidade infantil tem a ver, inclusive, com a melhora da situação socioeconômica do país: "A alimentação melhorou, só que a dieta ainda é muito desregrada, com grande consumo de carboidratos, de produtos industrializados - que são ricos em sal - e de gorduras saturadas, vindas da proteína animal."
Ela recomenda que os pais não esperem que os sintomas apareçam para procurar ajuda: "A partir da visita regular ao pediatra é possível verificar se o desenvolvimento e o crescimento estão acontecendo da melhor maneira", ela explica.
Segundo a Dra. Ana de Jesus Cristovão, pediatra da Beneficência Portuguesa de São Paulo, alguns fatores que compõem a vida moderna são responsáveis por essas mudanças. "Acredito que o chamariz comunicativo para os alimentos chamados 'fast food', a Internet, a vida nas grandes cidades e a violência urbana, sejam os principais fatores para o aumento dessas doenças em crianças."

Nutrição - Ponto de Vista Doses certas de bom humor

:-))) Você sabia que a alegria e a tristeza também têm sua origem bioquímica no laboratório que carregamos dentro de nós?? Através da "Nutrição Inteligente" podemos dar uma "mãozinha" nessa bioquímica. Alguns alimentos fornecem nutrientes que participam da produção de neurotransmissores, substâncias químicas que favorecem a comunicação entre as células do Sistema Nervoso. Veja a seguir, alguns alimentos e nutrientes que podem contribuir para o estado de bom humor.

 Triptofano e Carboidratos bem humorados!
Dos vários neurotransmissores, a serotonina é de grande influência no estado de humor. Ela é também conhecida como a substância "mágica" e "sedativa" que melhora o humor de um modo geral e principalmente em pessoas com depressão.
Os níveis cerebrais de serotonina são dependentes da ingestão de alimentos fontes de triptofano (aminoácido precursor da serotonina) e de carboidratos.
A ingestão de carboidratos leva ao aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na "limpeza" dos aminoácidos circulantes no sangue. Nessa limpeza de aminoácidos só escapa o triptofano.
O triptofano, uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina, que é o neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, relaxar e até induzir e melhorar o sono.
Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão, assim como uma alimentação com excesso de proteínas das carnes.

O caminho é o equilíbrio! Nem de menos, nem de mais.
 Fontes saudáveis de triptofano: carnes magras, peixes, leite e iogurte desnatados, queijos brancos e magros, nozes e leguminosas.

 Fontes saudáveis de carboidratos: pães, cereais integrais, biscoitos integrais, massas integrais, arroz integral e selvagem, frutas, legumes e chocolate amargo (com moderação).
Especialistas alertam para riscos de acidentes com fogos
De 2008 a abril deste ano, 1.382 pessoas em todo o Brasil foram internadas para tratamento de queimaduras provocadas por fogos de artifício, segundo dados do Ministério da Saúde. Durante as festas juninas de 2010, 168 pessoas foram internadas com queimaduras.

'Gene da magreza' é associado a problemas no coração

Genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à Diabetes do tipo 2 - condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Número de diabéticos mais que dobra desde 1980, diz estudo

Uma das principais consequênciasseria a sobrecarga dos sistemas de saúde
 O número de adultos com diabetes em todo o mundo mais do que dobrou desde 1980, chegando a quase a 350 milhões de pessoas segundo estudo divulgado na publicação científica Lancet.
Os pesquisadores, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, afirmam que os índices da doença vêm aumentando em quase todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
Uma das principais consequências do aumento seria a sobrecarga dos sistemas de saúde em diversos países.
Dos 347 milhões de diabéticos, 138 milhões vivem na China e na Índia e outros 36 milhões nos EUA e na Rússia.
Estimativas anteriores calculavam que o número de portadores da doença seria de 285 milhões. Um dos autores do estudo, Majid Ezzati, do Imperial College de Londres, fala da importância do assunto.
- O diabetes pode ser o principal assunto em se tratando de saúde global na próxima década.
Ele ressalta que o estudo ainda não reflete a geração de crianças obesas ou acima do peso, portanto predispostas a desenvolver o diabetes em algum momento da vida.- Não chegamos ao auge desta tendência ainda. E ao contrário da pressão alta e do colesterol, ainda não temos tratamento

domingo, 26 de junho de 2011

Azeite de oliva na dieta previne derrame

Azeite de oliva na dieta previne derrame: "O AVC é muito comum em pessoas mais idosas e o azeite seria uma maneira barata e fácil de ajudar a evitar isso."

Novas descobertas sobre o diabetes

Novas descobertas sobre o diabetes: "Uma das descobertas sinaliza novos tratamentos para a doença, enquanto a segunda mostra uma via clara para adiar o surgimento da doença em indivíduos na zona de risco."

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Intestino saudável ajuda a eliminar barriga

Mãos na barriga

Diga adeus à prisão de ventre e conquiste a barriga chapada dos seus sonhos



Ir ao banheiro não é exatamente um assunto glamouroso. Mas não ir com certeza é uma roubada, todo mundo concorda. Afinal, o intestino preso não tem esse nome feio à toa: ele provoca desconforto na região do abdômen, faz a barriga inchar e, por causa das toxinas não eliminadas, rouba a vitalidade da pele. E não é brincadeira: “Se não for levado a sério, o problema pode causar doenças graves, como hemorroidas e até câncer de cólon”, conta a gastrenterologista Luciana Camargo Lobato, professora adjunta e chefe do setor de Motilidade Digestiva da Escola Paulista de Medicina, em São Paulo (SP). Isso sem falar de um efeito colateral que pode azedar nosso dia-a-dia: o mau humor! Se você faz parte da multidão dos enfezados (palavra que, originalmente, significava “cheio de fezes”!) tem de tomar uma atitude. Para que seu intestino funcione legal, vai ter de transformar algumas estratégias em hábitos. De presente, você acaba com o desconforto, ganha uma barriga lisinha e uma pele mais viçosa.



Sem vergonha

Homem também tem, mas intestino preso é um problema muito mais comum entre as mulheres. Pode culpar nosso excesso de discrição. A gente não gosta de usar banheiro coletivo. Dá vergonha, não é? Daí, a gente segura a vontade. O perigo é que, se isso acontece regularmente, o intestino se adapta à nossa teimosia e passa a esperar um acúmulo cada vez maior de bolo fecal para só então disparar o sinal de que “agora é a hora”. A solução é escutar os apelos do seu intestino. Você também pode educá-lo para se manifestar todo dia no mesmo horário. Pode programar o serviço, por exemplo, para a manhã, no conforto da sua casa. Luciana Lobato dá o truque. “Faça o seguinte exercício: passe 15 minutos por dia, sempre naquele horário desejado, sentada no vaso, esperando que o intestino funcione”, ensina. Procure se distrair, com uma revista, um livro, enfim, para dar tempo ao seu corpo. Se nos primeiros dias não funcionar, não desanime: reeducar seu organismo demora, mas vai valer a pena.

O que é a doença de Alzheimer?

O que é a doença de Alzheimer?

A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro (morte das células cerebrais e consequente atrofia do cérebro), progressiva, irreversível e com causas e tratamento ainda desconhecidos. Começa por atingir a memória e, progressivamente, as outras funções mentais, acabando por determinar a completa ausência de autonomia dos doentes. 

Os doentes de Alzheimer tornam-se incapazes de realizar a mais pequena tarefa, deixam de reconhecer os rostos familiares, ficam incontinentes e acabam, quase sempre, acamados.

É uma doença muito relacionada com a idade, afectando as pessoas com mais de 50 anos. A estimativa de vida para os pacientes situa-se entre os 2 e os 15 anos.

Qual é a causa da doença de Alzheimer?

A causa da doença de Alzheimer ainda não está determinada.

No entanto, é aceite pela comunidade científica que se trata de uma doença geneticamente determinada, embora não seja necessariamente hereditária. Isto é, não implica que se transmita entre familiares, nomeadamente de pais para filhos.

Como se faz o diagnóstico?

Não há nenhum exame que permita diagnosticar, de modo inquestionável, a doença. A única forma de o fazer é examinando o tecido cerebral obtido por uma biopsia ou necrópsia.

Assim, o diagnóstico da doença de Alzheimer faz-se pela exclusão de outras causas de demência, pela análise do historial do paciente, por análises ao sangue, tomografia ou ressonância, entre outros exames.

Existem também alguns marcadores, identificados a partir de exame ao sangue, cujos resultados podem indicar probabilidades de o paciente vir a ter a doença de Alzheimer.

Quais são os sintomas da doença de Alzheimer?

Ao princípio observam-se pequenos esquecimentos, perdas de memória, normalmente aceites pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e, por vezes, agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta. Acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho.

À medida que a doença evolui, tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as actividades elementares do quotidiano, como alimentação, higiene, vestuário, etc.

Qual é o tratamento adequado?

A doença de Alzheimer não tem cura e, no seu tratamento, há que atender a duas variáveis:
  • Ao tratamento dos aspectos comportamentais. Nesta vertente, além da medicação, convém também contar com orientação de diferentes profissionais de saúde;
  • Ao tratamento dos desequilíbrios químicos que ocorrem no cérebro. Há medicação que ajuda a corrigir esses desequilíbrios e que é mais eficaz na fase inicial da doença, mas, infelizmente, tem efeito temporário. Por enquanto, não há ainda medicação que impeça a doença de continuar a progredir.
Extraído de http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/doencas/doencas+degenerativas/oqueeadoencadealzheimer.htm

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Doenças tropicais




A doença tropical tem uma correlação intrínseca não só com o ecossistema, mas também com a condição social da população. Decorrente da pobreza, também é o abandono do tratamento pelos doentes as estatísticas mostram que o abandono ao tratamento atinge grandes proporções no país, estimativas indicam dados entre 17% e 25%.

As principais causas de abandono podem ser atribuídas desde a um tempo longo de tratamento, à deficiência no sistema de atendimento aos doentes, à falsa impressão de cura após algumas semanas de tratamento e a fatores individuais (alcoolismo, etc...).

Além dos fatores sociais, existem os problemas técnicos, políticos e administrativos, que são comuns a qualquer programa de saúde pública. Resolver os problemas implica em ações com uso de tecnologia apropriada, estrutura sanitária básica, enfoque epidemiológico, decisão política e participação da sociedade.

Novos paradigmas, têm, portanto, que serem estabelecidos para o combate às doenças tropicais.

A pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos no combate às doenças tropicais é considerada um nicho de mercado de pouco interesse por parte das empresas estrangeiras. Embora se verifique a existência de capacitação técnico-científica no país para o desenvolvimento e produção de medicamentos e seus insumos, o que se constata é que os grupos trabalham isoladamente, de forma desarticulada e não integrada.

Conseqüentemente, embora haja investimentos na área, os recursos são dispersos, o que dificulta potencialidade de nossa biodiversidade está distante de uma exploração efetiva, e os entraves existentes para aprovação e registro de novas drogas desestimulam o desenvolvimento de novos produtos. As deficiências na operacionalização das unidades vinculadas ao SUS (Sistema Único de Saúde) prejudicam o acesso da população aos medicamentos.

As novas tecnologias de comunicação vêm abrindo, entretanto, a possibilidade de integração com o ambiente externo, tanto ao nível nacional quanto internacional.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Cientistas americanos e britânicos desenvolvem vacina contra o câncer




Pesquisa feita a partir da análise do DNA de ratos foi um sucesso.
A vacina induziu o corpo a atacar um câncer de próstata.


Os cientistas já sabiam que a melhor compreensão do código genético seria uma forma de combater o câncer. Agora conseguiram um avanço importante nesse caminho.
Eles analisaram o DNA de um câncer de próstata em ratos e isolaram determinados genes. Esses genes foram incorporados às vacinas.
O temor era que esse processo com vários genes pudesse provocar uma reação descontrolada no sistema imunológico, mas os cientistas conseguiram evitar isso.
Ao receber o medicamento, o organismo começou a produzir proteínas que combateram o câncer, ou seja, a vacina induziu o corpo a atacar o tumor.
No caso, foi um tumor de próstata, mas os pesquisadores dizem que a técnica pode ser usada para combater outros tipos de câncer como, por exemplo, de pele ou mama.
O processo é um pouco complicado, mas de fácil compreensão para os médicos, o que abre um caminho - ainda longo - mas promissor na luta contra o câncer.
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/06/cientistas-americanos-e-britanicos-desenvolvem-vacina-contra-o-cancer.html
Via:

Número de casos de dengue cai na Paraíba

dengue

A dengue está em queda na Paraíba desde a semana epidemiológica de número 14, que corresponde ao período de 3 a 9 de abril. A informação está no novo boletim da semana epidemiológica 21(22 a 28 de maio) divulgado na segunda-feira (06.06.11) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Foram registrados até o final de maio 3.283 casos da doença, sendo 1.099 descartados, 49 com complicação, 37 de febre hemorrágica. Um óbito até agora foi confirmado, o outro que estava em processo de investigação foi descartado.
De acordo com o boletim, 21 municípios apresentaram dengue hemorrágica. João Pessoa foi a cidade que teve o maior número de casos com dengue hemorrágica com nove registros. Em seguida, com quatro casos vem o município de Guarabira, dois em Bonito de Santa Fé, dois em Bom Sucesso, dois em São José dos Ramos.
As cidades de Campina Grande, Água Branca, Piancó, Santa Rita, Alagoa Grande, Água Branca, Caturité, Diamante, Itaporanga, Jacaraú, Marizópolis, Mogeiro, Monteiro, Natuba, Serra Branca e Sousa apresentaram, cada uma, um caso de dengue hemorrágica.
Ações de combate a dengue – Mesmo registrando queda no número de caso de dengue, a SES vem realizando ações nos 223 municípios paraibanos, através de visitas técnicas as 12 gerências regionais de Saúde. Esta semana será realizada, na quarta gerência, uma oficina para a implantação do protocolo baseado na classificação de risco do paciente com dengue exigida pelo Ministério da Saúde.
Novo larvicida – Segundo o chefe do Núcleo de Fatores Biológicos da SES, Antonio Neto, o Ministério da Saúde está orientando a mudança dos larvicidas atuais Temefós e Diflubenzuron para o Novaluron.
“Esta mudança vai ser feita aos poucos. Estamos começando a visitar as gerências para capacitar os técnicos sobre o novo larvicida, que é liquido. O outro era um pó. A mudança está acontecendo em todo o Brasil, já que o mosquito tem demonstrado resistência ao atual”, explicou. A capacitação está sendo feita também pela equipe do Núcleo de Entomologia e Pesquisa Operacional (Nepo) da SES.

domingo, 19 de junho de 2011

Tudo sobre Dengue

                                             Mosquito-da-Dengue_ Aedes-Aegyp-03

dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida, no Brasil, através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.

A dengue é conhecida no Brasil desde os tempos de colônia. O mosquito Aedes aegypti tem origem africana. Ele chegou ao Brasil junto com os navios negreiros, depois de uma longa viagem de seus ovos dentro dos depósitos de água das embarcações. Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.


sábado, 18 de junho de 2011

Cientistas testam método alternativo para tratamento do diabetes

Cientistas testam método alternativo para tratamento do diabetes: "Eles demonstraram a viabilidade de uma nova e promissora estratégia para o tratamento em seres humanos do diabetes tipo 2, que afeta mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo."

Bactérias do intestino influenciam química cerebral e comportamento

Bactérias do intestino influenciam química cerebral e comportamento: "Cientistas afirmam ter encontrado provas conclusivas de que as bactérias que residem no intestino pode estar na raiz de problemas como a ansiedade."

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Pesquisas indicam que estresse é transmitido por gerações

Pais passam seus genes para filhos, que são iguais aos recebidos dos avós. Este é o senso comum, mas com o passar do tempo, o determinismo genético tem sido menos aplicado na medicina. Por outro lado, hábitos adquiridos e alterações causadas pelo ambiente são cada vez mais detectadas. Comer muito fast food, fumar e levar uma vida estressante pode deixar marcas que serão carregadas por gerações.
O organismo se adapta ao meio e isto é transmitido geneticamente para os descendentes. E não é só em questões físicas, mas também em predisposições genéticas para doenças, como o diabetes e o câncer, e suscetibilidade ao estresse. A epigenética, como é conhecido este fenômeno, foi um dos temas do 7 º Congresso Brasileiro Cérebro, Comportamento e Emoções, que ocorre de 15 a 18 de junho, em Gramado, Rio Grande do Sul.
“O DNA de uma pessoa é sempre o mesmo, mas eles possuem marcadores que levam à diferenciação celular, por exemplo, o que indica que uma célula vira pele e outra, neurônio. E o ambiente também influência a expressão genômica”, explica o psiquiatra Marcelo Allevato. Os tais marcadores indicam ainda características comportamentais e cognitivas.
Segundo ele, doenças metabólicas, como diabetes, podem ser influenciadas pelos hábitos alimentares dos pais. Quem come muito açúcar e gordura pode ter alterações genéticas que vão determinar se seus filhos terão mais vulnerabilidade a esses ingredientes e doenças correlatas. Filhos de mães que já fumaram alguma vez na vida têm risco aumentado de câncer no pulmão e obesidade, também por mudanças na genética da mãe que são passadas para o filho.
Quando somos jovens o DNA tem mais plasticidade e por isso é mais suscetível a essas alterações, com o passar do anos, certos trechos são inativados e outros são expressos de acordo com o ambiente.
“A Holanda é um dos países com maior estatura média da população. No pós segunda-guerra, o país enfrentou falta de comida, e a população ficou mais baixa. Mesmo após algumas gerações bem alimentadas, a alta estatura demorou a voltar na maioria dos holandeses. Esse é um sinal de como o ambiente influenciou nas características genéticas”, conta Allevato.
Estresse
O médico faz uma pergunta que cabe a todos nós: "até que ponto vale a pena viver uma vida estressante e arcar depois com sequelas como diabetes, depressão, ansiedade e transtornos do sono?" Para ele, mesmo que por um pequeno período de tempo, o estresse pode acarretar danos para o resto da vida.
Uma pesquisa feita com mulheres grávidas durante os atentados do 11 de setembro no World Trade Center indicou que o estresse passado por elas passou para os bebês. Os níveis de cortisol (hormônio do estresse) eram baixos tanto nas mulheres que apresentavam transtorno de estresse pós-traumático quanto em seus filhos com menos de um ano.
“Percebemos que há uma mudança biológica, não sei se podemos atribuí-las à genética, mas com certeza algo foi programado diferente”, explica Rachel Yehuda, líder da pesquisa da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York (EUA).
Outro estudo, em Atlanta, analisou filhos de moradores de um bairro rico e de um pobre da cidade, e constatou que filhos do primeiro grupo apresentavam maior vulnerabilidade ao estresse e depressão.