sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
SUS reduz idade mínima para cirurgia bariátrica
Adolescentes de 16 anos poderão passar pelo procedimento, segundo a Saúde

O Ministério da Saúde vai reduzir a idade mínima para a realização de cirurgia bariátrica de 18 para 16 anos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança integra um conjunto de medidas sobre o tratamento, que deverá ser colocado em prática a partir do próximo ano. O pacote também inclui a obrigatoriedade de cinco exames antes da operação e a oferta de mais uma cirurgia plástica indicada para pacientes que perderam peso. Além da correção do abdome, a rede pública passará a oferecer a reparação na área dorsal a essas pessoas.
Higiene demais pode resultar em alergias

Álcool em gel e sabonetes antibacterianos são muito usados para eliminar as bactérias e afastar o risco de contaminação. No entanto, o Dr. Leonard Bielory, professor da Universidade Rutgers e médico da Robert Wood Johnson University Hospital, garante que usar estes produtos de higiene nas primeiras fases da vida pode resultar em alergias. As informações são do site da rádio 101.5 de New Jersey.
— O sistema imunológico precisa ser exposto às bactérias para que possa aprender a combatê-las. Se o ambiente for estéril, nada estimulará a resposta imune do organismo e, consequentemente, ele estará mais suscetível às alergias.
Isso significa, segundo o Dr. Bielory, que um ambiente estéril, pode não ser tão saudável quanto as pessoas imaginam.
— É claro que um ambiente ultralimpo é importante para uma criança com algum tipo de imunodeficiência, mas no caso de crianças saudáveis seu sistema imunológico precisa ser estimulado para combater infecções. Essa é uma das razões que damos vacinas.
Para o especialista, uma criança no início da vida exposta a um ambiente “sujo” tem menos chances de desenvolver alergias graves na fase adulta. Mas, ele ressalta que isso não se aplica quando os pequenos estão doentes.
— Quando a criança está resfriada, por exemplo, é fundamental higienizar as mãos para diminuir a chance de transmissão da doença. Caso contrário, não é necessário usar álcool em gel ou sabonetes antibacterianos.
O médico acrescenta que a regra de ouro é ao tossir cobrir a boca com o braço ou um lenço em vez das mãos e lavá-las regularmente quando se está doente. Caso contrário, a recomendação é usar água e sabão.
Via: http://noticias.r7.com/saude/higiene-demais-pode-resultar-em-alergias-17102012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
DST: Gonorréia

Gonorreia, também chamada de blenorragia,
uretrite gonocócica, esquentamento, é uma doença infectocontagiosa
sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Neisseria gonorrheae, que infecta especialmente a uretra, canal que liga a bexiga ao meio externo.
Eventualmente, essa bactéria se dissemina pela corrente sanguínea,
agride as grandes articulações ou causa feridas na pele. Ela pode também
ser transmitida para a criança pela mãe no momento do parto. A prática
de sexo oral e de sexo anal pode levá-la para a região anal e da
orofaringe, resultando em obstrução do canal anal e alterações da voz.
Sintomas
A partir do momento em que penetra no canal da uretra, a bactéria da gonorreia provoca inflamação local, infecção, dor ou ardor ao urinar e saída de secreção purulenta através da uretra.
Nos homens, em geral, a doença provoca sintomas mais aparentes (secreção purulenta, ardor, eritema), mas, nas mulheres, pode ser assintomática.
Diagnóstico
O período de incubação que vai desde a relação desprotegida, sem preservativo, até as primeiras manifestações da doença, é curto; às vezes de 24 horas. Por isso, uma das maneiras de fazer o diagnóstico clínico da doença é perguntar quanto tempo depois da relação sexual apareceu a lesão e se a secreção lembra pus e está manchando as roupas íntimas.
O histórico do paciente acompanhado do exame clínico pode definir o diagnóstico de gonorréia e a comprovação é feita através de exames laboratoriais específicos.
Normalmente, não se colhe o pus que é eliminado, porque já sofreu a ação de enzimas e nem sempre contém bactérias. Despreza-se esse primeiro pus e colhe-se o material diretamente da uretra. É um exame rápido – em 15 minutos, está pronto o resultado – barato e indolor, mas importantíssimo para definir o agente etiológico da doença.
Tratamento
A penicilina benzatina usada no passado já não mata mais a Neisseria gonorrheae, porque a automedicação foi selecionando cepas cada vez mais resistentes. Por isso, atualmente, utilizamos a azitromicina e uma série de outros antibióticos, mas damos preferência às medicações ministradas em doses únicas assistidas, ou seja, o paciente toma o remédio na frente do médico.
O tratamento da gonorreia é simples, barato e está disponível gratuitamente na maioria dos postos de saúde.
Não tratada, a gonorreia pode atingir vários órgãos. Nos homens, a infecção alcança o testículo e o epidídimo e pode causar infertilidade. Nas mulheres, chega ao útero, às trompas e aos ovários e provoca um processo inflamatório que, além da infertilidade, é responsável por uma complicação grave, às vezes, fatal, chamada doença inflamatória da pélvis.
Recomendações
* Use preservativos nas relações sexuais. Essa é a única forma de evitar o contágio com a bactéria da gonorreia;
* Procure assistência médica ao primeiro sinal de corrimento ou secreção purulenta, coceira ou ardor ao urinar;
* Siga rigorosamente a prescrição médica para ter certeza de que a bactéria foi eliminada por completo.
Sintomas
A partir do momento em que penetra no canal da uretra, a bactéria da gonorreia provoca inflamação local, infecção, dor ou ardor ao urinar e saída de secreção purulenta através da uretra.
Nos homens, em geral, a doença provoca sintomas mais aparentes (secreção purulenta, ardor, eritema), mas, nas mulheres, pode ser assintomática.
Diagnóstico
O período de incubação que vai desde a relação desprotegida, sem preservativo, até as primeiras manifestações da doença, é curto; às vezes de 24 horas. Por isso, uma das maneiras de fazer o diagnóstico clínico da doença é perguntar quanto tempo depois da relação sexual apareceu a lesão e se a secreção lembra pus e está manchando as roupas íntimas.
O histórico do paciente acompanhado do exame clínico pode definir o diagnóstico de gonorréia e a comprovação é feita através de exames laboratoriais específicos.
Normalmente, não se colhe o pus que é eliminado, porque já sofreu a ação de enzimas e nem sempre contém bactérias. Despreza-se esse primeiro pus e colhe-se o material diretamente da uretra. É um exame rápido – em 15 minutos, está pronto o resultado – barato e indolor, mas importantíssimo para definir o agente etiológico da doença.
Tratamento
A penicilina benzatina usada no passado já não mata mais a Neisseria gonorrheae, porque a automedicação foi selecionando cepas cada vez mais resistentes. Por isso, atualmente, utilizamos a azitromicina e uma série de outros antibióticos, mas damos preferência às medicações ministradas em doses únicas assistidas, ou seja, o paciente toma o remédio na frente do médico.
O tratamento da gonorreia é simples, barato e está disponível gratuitamente na maioria dos postos de saúde.
Não tratada, a gonorreia pode atingir vários órgãos. Nos homens, a infecção alcança o testículo e o epidídimo e pode causar infertilidade. Nas mulheres, chega ao útero, às trompas e aos ovários e provoca um processo inflamatório que, além da infertilidade, é responsável por uma complicação grave, às vezes, fatal, chamada doença inflamatória da pélvis.
Recomendações
* Use preservativos nas relações sexuais. Essa é a única forma de evitar o contágio com a bactéria da gonorreia;
* Procure assistência médica ao primeiro sinal de corrimento ou secreção purulenta, coceira ou ardor ao urinar;
* Siga rigorosamente a prescrição médica para ter certeza de que a bactéria foi eliminada por completo.
Recém-nascidos de mães soropositivas terão novo medicamento para prevenir a transmissão do HIV

A
Nota Técnica publicada no dia 28 de setembro pelo Departamento de DST,
Aids e Hepatites Virais. | Foto: KidStock/Blend Images/Corbis
Os recém-nascidos filhos de mães vivendo com HIV e aids que não
receberam antirretrovirais durante a gestação terão mais um recurso para
reduzir o risco da transmissão do HIV de mãe para filho (transmissão
vertical), com a introdução de um novo medicamento (nevirapina) no
esquema de profilaxia. A novidade foi publicada no último dia 28 de
setembro em Nota Técnica do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
“O novo medicamento faz parte de uma série de intervenções
implantadas pelo MS para reduzir a transmissão vertical no país. Nos
últimos 12 anos, conseguimos uma queda de 49,1% no número absoluto de
casos de aids em crianças menores de 5 anos de idade. A meta é eliminar a
transmissão vertical do HIV até 2015”, explica o diretor do
Departamento Dirceu Greco.
O ministério irá disponibilizar para cada estado quantitativo de
nevirapina xarope suficiente para atender às necessidades, considerando a
média de partos realizados em mães soropositivas que não receberam
antirretrovirais na gestação. O medicamento deverá ter sua primeira dose
nos recém-nascidos ainda na maternidade, até 48 horas após o
nascimento, no total de 3 doses ao longo da primeira semana de vida, de
acordo com orientações descritas na nota técnica do ministério. Após a
medicação, os recém-nascidos deverão ser encaminhados da maternidade
para a primeira avaliação laboratorial e clínica, em serviço de
assistência especializada em HIV/aids (SAE) até o 15º dia de vida.
A definição de incorporação do medicamento foi feita em consonância
com a Comissão Assessora de Terapia Antirretroviral em Crianças e
Adolescentes Infectados pelo HIV e a Comissão Assessora de Prevenção da
Transmissão Vertical do HIV, Sífilis, Hepatites Virais e HTLV do Ministério da Sáude.
Estudo recente demonstrou a superioridade na redução da transmissão
vertical com a associação da nevirapina ao uso do AZT solução oral,
único medicamento utilizado atualmente. A medida entra em vigor
imediatamente
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
10 dicas para se proteger do câncer
Informações que valem a pena relembrar sempre!
Você sabia que 80% dos casos de câncer estão relacionados ao meio ambiente, no qual encontramos um grande número de fatores de risco? Entende-se por ambiente o meio em geral (água, terra e ar), o ambiente ocupacional (indústrias químicas e afins), o ambiente de consumo (alimentos e medicamentos) e o ambiente social e cultural (estilo e hábitos de vida).
E os fatores hereditários? São raros os
casos de cânceres que se devem exclusivamente a fatores hereditários,
familiares e étnicos, apesar de o fator genético exercer um importante
papel na oncogênese.
Depois dessa explicação, olhe com atenção as 10 dicas para se proteger do câncer:
1 Não fume!
Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer. Ao fumar, são
liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas
que são inaladas por fumantes e não fumantes. Parar de fumar e de poluir
o ambiente fechado é fundamental para a prevenção do câncer.
2 Uma alimentação saudável
pode reduzir muito o risco de câncer. Coma mais frutas, legumes,
verduras, grãos e cereais integrais, leite e derivados desnatados, e
menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deve conter,
diariamente, pelo menos cinco porções de frutas, verduras e legumes.
Evite frituras, salgadinhos, carne de porco, carne vermelha com gordura
aparente, pele de frango, embutidos, como linguiça, salsicha e salame, e
gordura hidrogenada. Apesar de o azeite ser um tipo de gordura mais
saudável, não deve ser exposto a altas temperaturas. Prefira alimentos
cozidos e assados.
3 Faça 30 minutos diários de atividade física,
leve ou moderada. A atividade física protetora consiste na iniciativa
de se movimentar, de acordo com a rotina de cada um. Você pode, por
exemplo, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear,
cuidar do jardim, varrer a casa, caminhar ou dançar.
4 Já está comprovado que estar acima do peso aumenta as chances de uma pessoa desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo.
5 As mulheres com idade entre 25 e 64 anos devem realizar exame preventivo ginecológico.
Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três
anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.
6 As mulheres com 40 anos ou mais devem realizar o exame clínico das mamas
anualmente. Aquelas que estiverem entre 50 e 69 anos devem realizar
ainda a mamografia a cada dois anos. Esses exames devem ser feitos mesmo
que mulher não perceba nenhum sintoma. Se uma pessoa da família –
principalmente a mãe, irmã ou filha – teve esta doença antes dos 50 anos
de idade, a mulher tem mais chances de desenvolver um câncer de mama.
Quem já teve câncer em uma das mamas ou câncer de ovário, em qualquer
idade, deve ficar mais atenta. Nestes casos, a partir dos 35 anos, o
exame clínico das mamas e a mamografia devem ser feitos uma vez por ano.
7 Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas.
Os homens não devem tomar mais do que duas doses por dia, enquanto as
mulheres devem limitar este consumo a uma dose. Isso corresponde a um
copo de cerveja ou a uma taça de vinho.
8 É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes a cada um ou dois anos.
9 Evite exposição prolongada ao sol
entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e
protetor solar. Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada
de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça
comprida.
10 Faça diariamente a higiene oral (escovação dos dentes e da língua) e consulte o dentista regularmente.
Você sabe o que é Câncer?Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando inter-relacionadas.As causas externas referem-se ao meio ambiente (já explicado no início deste post). Já as causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, e estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Os tumores podem ter início em diferentes tipos de células. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominados carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.
Está nas suas mãos reduzir os riscos de desenvolver a doença. Mude seus hábitos, escolha a Saúde! Todas as informações acima constam na cartilha e no site do Instituto Nacional de Câncer (INCA)
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Vírus da família da varíola pode combater tumores de mama
Além de infectar e atacar as células de câncer, o novo vírus inibiu o crescimento de vasos sanguíneos que alimentassem o tumor

O vírus Vaccinia já tem seu lugar garantido na história da medicina. Bastante semelhante ao vírus da varíola, ele causa uma forma mais branda e não letal da doença. Por causa dessa similaridade, ele foi usado para confeccionar vacinas contra a doença - as vacinas contra a varíola, aliás, foram as primeiras a serem confeccionadas na história da medicina e é justamente por causa do vírus que o método de proteção ganhou este nome. Graças às vacinas, a varíola tornou-se a primeira doença a ser erradicada pela ciência. Agora, pesquisadores do Centro de Câncer do Memorial Sloan-Kettering, nos Estados Unidos, estão tentando modificar o vírus Vaccinia para que ele mate as células do câncer de mama triplo negativo (TNBC na sigla em inglês), uma forma bastante agressiva do tumor.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Câncer de mama: diagnóstico precoce é fundamental

Muitos
não sabem, mas o câncer mais comum no mundo e mais frequente entre as
mulheres, com uma estimativa de mais 1,15 milhão de novos casos e
responsável por 411.093 mortes a cada ano, é o de mama. Essa doença
acomete as células da mama e a maioria está presente nos ductos mamários
(tubos que transportam o leite até os mamilos). Os restantes dos
cânceres de mama são aqueles que começam nas glândulas, chamados lóbulos
mamários ou em algum tecido de sustentação da mama.
O principal sintoma na detecção deste tipo de câncer é o nódulo, um
caroço na mama. Mais de 70% dos tumores têm esta apresentação. Pode
acontecer também de ter uma alteração do formato, do tamanho ou
alteração da pele que reveste a mama, desde vermelhidão ao
envelhecimento, e outras características da aureola ou posição do
mamilo. Um sintoma não muito comum é o aparecimento de caroços embaixo
da axila.
Segundo o técnico da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do Inca Ronaldo
Corrêa, o risco do câncer de mama aumenta conforme a idade. “É raro a
doença acometer mulheres abaixo de 35 anos. O percentual nesses casos é
de 5%. Entre 35 e 40 anos, o percentual fica em torno de 7%. O maior
percentual é para as mulheres acima de 50 anos, em torno de 80%. A
partir de 80 anos, a curva de incidência começa a diminuir e os casos
são reduzidos”, afirma.
Evitar a obesidade adotando hábitos saudáveis, como dieta equilibrada
e a prática regular de exercícios físicos, é uma recomendação básica
para prevenir o câncer de mama, já que o excesso de peso aumenta o risco
de desenvolver a doença. Outros fatores de risco para esse tipo de
câncer são a ingestão de álcool e a a exposição a radiações ionizantes
em idade inferior aos 35 anos.
Detecção Precoce – Os programas de rastreamento para
detecção precoce do câncer de mama indicam que o exame da mamografia
seja feito a partir dos 50 até os 69 anos de idade, uma vez a cada dois
anos. Para mulheres mais jovens, a melhor forma de prevenção é o exame
de toque, com investigação profunda de qualquer sintoma suspeito.
O Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama do Inca prevê
a ampliação da cobertura de mamografia, o aumento do percentual de
mamografia de qualidade e da proporção de mulheres com diagnóstico de
câncer que iniciam tratamento em até 60 dias – reduzindo a
mortalidade. No Brasil, estimam-se 52.680 novos casos em 2012/2013.
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