quinta-feira, 31 de maio de 2012

Os mitos e as verdade sobre o efeito do Álcool no Organismo.


MITOS E VERDADES!



MITO: O álcool tem o "mesmo" efeito químico e fisiológico sobre todo aquele que bebe.
Realidade: O álcool, assim como qualquer outro alimento que ingerimos, afeta pessoas diferentes de maneiras diversas.

MITO: O ácool é nociso e venenoso para o alcoólatra.
Realidade: O álcool é um agente normalizador e o melhor remédio para a dor que cria, dando ao alcoólatra energia, estimulação e alívio da dor da abstinência. É nocivo e venenoso em seus efeitos posteriores, que são mais evidentes quando o alcoólatra para de beber.

MITO: A dependência do álcool muitas vezes é psicológica.
Realidade: A dependência do álcool é principalmente fisiológica. Os alcoólatras se tornam dependentes porque seus corpos são fisicamente incapazes de processá-lo normalmente.

MITO: Quando o alcoólatra está bebendo, revela sua verdadeira personalidade.
Realidade: O efeito do álcool no encéfalo causa sérias distorções psicológicas e emocionais da personalidade normal. A sobriedade revela a verdadeira personalidade do alcoólatra.

MITO: Um alcoólatra precisa querer ajuda para poder ser ajudado.
Realidade: A maioria dos alcoólatras não deseja auxílio. São pessoas doentes, incapazes de pensar racionalmente e de abandonar o ácool por si próprio.


MITO: Alguns alcoólatras podem aprender a beber normalmente e continuar a beber sem maus efeitos, desde que limitem a quantidade.
Realidade: Os alcoólatras jamais podem voltar a beber com segurança, porque a bebida em qualquer quantidade, mais cedo ou mais tarde, reativará sua dependência.

 EFEITOS DO ÁLCOOL NO ORGANISMO.

Veja o que pode acontecer com o seu corpo quando você abusa do álcool. Os efeitos variam, mas as possibilidades são estas:

- No cérebro, ele causa destruição de neurônios, o que dificulta a aprendizagem, altera a memória e faz perder reflexos.
- Inflama o esôfago.
- Irrita o estômago e pode causar gastrite, úlcera e impedir a absorção correta de nutrientes.
- No coração, pode provocar alargamento das fibras.
- O fígado é bem sensível à bebida. É o único órgão que metaboliza o álcool. Muitos litros da bebida, ao longo dos anos, pode levar à hepatite e cirrose, que é a destruição gradual das células.
- Pode inflamar o pâncreas e levar à destruição das células que produzem insulina, provocando diabetes.
- Pode provocar úlcera no intestino e até um câncer.
- Pode levar à impotência e diminuir a produção de espermatozóides.
- Interfere na absorção das vitaminas do complexo B. A falta dessa vitamina enfraquece os músculos.
- Enfraquece os ossos provocando a osteoporose.




Fonte: Blog: Bioquímica do Ácool; Globo.com

OMS lança campanha de 'emergência global' contra a pólio.


A poliomielite foi declarada uma "emergência global", depois de serem registrados surtos considerados "explosivos" em países que, até então, estavam livres da doença.
A Iniciativa Global de Erradicação da Pólio lançou nesta quinta-feira planos para aumentar as campanhas de vacinação na Nigéria, no Paquistão e no Afeganistão, únicos países em que a doença ainda é endêmica.
Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma das patrocinadoras da iniciativa, a pólio está em um "momento crítico" globalmente, entre o sucesso e o fracasso.
A pólio é uma doença infecciosa causada por um vírus, que invade o sistema nervoso e pode chegar a causar paralisia total em questão de horas, explica a OMS. Em um em cada 200 casos, essa paralisia é irreversível. As principais vítimas são crianças até de cinco anos.
"Nos últimos dois anos, em três continentes - Europa, África e Ásia - vimos surtos horríveis da doença. Em alguns casos, 50% (dos infectados) morreram", declarou Bruce Aylward, líder da campanha de erradicação da pólio da OMS.
"Isso nos fez lembrar que, se a erradicação falhar, teremos um ressurgimento maligno e em grande escala da doença, com consequências difíceis de serem previstas no momento."

Erradicação

Os esforços para combater a pólio, em curso há mais de 20 anos, deram bons resultados, ainda que o plano de erradicar a doença até o ano 2000 não tenha sido totalmente cumprido. Em 1988, a doença era endêmica em 125 países; atualmente, é apenas em três.

A Índia, que anos atrás era considerado um dos países mais flagelados pela pólio, conseguiu ficar livre do mal em fevereiro.
Mas houve surtos recentes na África, no Tadjiquistão e na China; algumas dessas regiões registraram seus primeiros casos da doença em mais de uma década.
Nesse cenário, um país-chave é o Paquistão, onde a pólio ainda é endêmica, relata a correspondente da BBC Orla Guerin. Ali, quase 200 crianças ficaram paralíticas por causa da doença em 2011 - o pior índice em 15 anos. E o vírus cruzou as fronteiras paquistanesas, causando surtos na China e no Afeganistão.
O governo paquistanês lançou uma campanha de vacinação, mas admite que muitas crianças não foram imunizadas, por dificuldades que vão desde enchentes até a oposição de clérigos e ofensivas militares contra o Talebã paquistanês.

Crianças não vacinadas

Para Aylward, da OMS, a estratégia da iniciativa atual pode ser resumida como "uma busca incessante por crianças que ainda não tenham sido vacinadas".
Mas ele alertou para um deficit de US$ 950 milhões para financiar as campanhas e admitiu que foi preciso cortar iniciativas em alguns países.
A OMS disse estar trabalhando em "modo emergencial", alegando que a falta de ação pode levar à paralisia de até 200 mil crianças por ano no mundo em uma década.
Entre essas vítimas, estatísticas mostram que entre 5% e 10% das infecções a doença pode levar à morte, já que os músculos respiratórios também podem ser imobilizados.
Para Anthony Lake, diretor-executivo da Unicef, "todos os nossos esforços (pela erradicação) estarão a perigo até que todas as crianças estejam completamente imunizadas contra a pólio - e isso significa que temos que financiar o esforço de combate e chegar às crianças até agora inacessíveis".

Fonte: Site BBC Brasil/Saúde

A UFCG NAS ONDAS DO RÁDIO



Ontem ás 10 horas da manhã estava começando o comunica saúde. Na locução das pessoas de Hingrid Araújo, Jéssika Lacerda e Tales Ramon Rodrigues, o programa foi ao ar das 10 as 10:50 e  tinha como tema a Saúde da Família, também foram expostas informações sobre o I Congresso de Saúde da Família do Sertão Paraibano que teve início ontem na cidade de Cajzeiras-PB.
O congresso apresenta-se com o tema: Atenção Primária a saúde no Brasil: Qual a nossa identidade? Diante dos questionamentos levantados destacou-se a importância do mesmo para a comunidade Cajazeirense.
Informações sobre o modelo assistencial preconizado pelo o SUS, das equipes que atuam com ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais frequentes, e na manutenção da saúde desta comunidade, também tiveram seu destaque. Falou-se das responsabilidades das esferas gestoras (Federal, Estadual e Municipal) têm diante da saúde pública e primária da população, um pouco sobre a “Carta de Direito dos Usuários do SUS” dentre outros temas.
O Programa também contou com a participação da população, onde surgiram questionamentos relacionados ás ações da “Atenção Básica”.
Esperamos que o programa esteja atingindo um numero significativo de ouvintes, e que as informações estejam sendo entendidas e armazenadas pela população cajazeirense. “A UFCG nas ondas do rádio” é uma maneira eficaz dos estudantes da UFCG manterem o contato direto da população, os extensionistas estão satisfeitos e depositam grandes expectativas para as próximas atividades.


Do Blog.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Teste com desenho pode prever risco de derrames na 3ª idade, diz estudo

http://imguol.com/2012/05/09/pesquisadores-pediam-que-voluntarios-fizessem-o-teste-o-mais-rapido-possivel-1336580853540_615x300.jpg 

Um teste simples envolvendo desenhos e números pode ajudar a prever o risco de morte depois de um primeiro derrame entre homens mais velhos, de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade de Uppsala, na Suécia.

Sintomas da bipolaridade podem começar na adolescência, afirma estudo

http://www.blogsabermedico.com.br/wp-content/uploads/Transtorno-Bipolar.jpg 



O número de adolescentes que têm experimentado manias obsessivas, uma característica marcante do transtorno bipolar, é próximo ao número de adultos estimados com o transtorno de humor, sugerindo que para muitas pessoas os sintomas começam durante a adolescência, de acordo com um estudo realizado nos EUA.

Caminhada tem impacto positivo contra depressão, diz pesquisa

http://dicasdoprofessor.files.wordpress.com/2011/04/caminhar-emagrecer.jpg 

Uma simples caminhada rápida nos arredores de casa pode ter um papel importante no combate à depressão, segundo pesquisadores de uma universidade na Escócia.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que exercícios vigorosos aliviam os sintomas da depressão, mas o efeito de atividades menos árduas ainda não foi analisado em profundidade.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Comunica Saúde: Governo busca alternativa para manter auxílio a gr...

Comunica Saúde: Governo busca alternativa para manter auxílio a gr...: Governo busca alternativa para manter auxílio a grávidas  Depois de irritar feministas, causar desconforto dentro do próprio governo...

Mortalidade materna no Brasil teve queda de 21% de 2010 para 2011



BRASÍLIA - De 1990 a 2010, o indicador de mortalidade materna no país passou de 141 para 68 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos...

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25) pelo Ministério da Saúde indica que a mortalidade materna no Brasil caiu 21%. Entre janeiro e setembro de 2011, as mortes decorrentes por complicações na gravidez e no parto totalizaram 1.038, contra 1.317 no mesmo período de 2010.
“Essa marca histórica de 21% em 2011 não nos permite descansar. Queremos perseguir a Meta do Milênio de chegar a 25% de redução até 2015”, destacou o ministro da Saúde. A pasta associa a queda dos números ao primeiro ano do programa Rede Cegonha, lançado em março do ano passado. Ao todo, foram investidos R$ 2,5 bilhões para qualificar a assistência à mulher e ao bebê. A iniciativa, de acordo com o ministério, já atende a 36% das gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2011, 1,7 milhão de mulheres fizeram, no mínimo, sete consultas pré-natais.
“Houve uma importante intensificação da redução quando comparada aos anos anteriores. Nos último dez anos, sempre esteve variando entre 5 e 7%. É a primeira vez que a gente chega a reduzir [a mortalidade materna] fortemente, com mais de 20%. E, pelos dados preliminares, essa tendência continua ao longo do último trimestre de 2011”, avaliou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
De 1990 a 2010, o indicador de mortalidade materna no país passou de 141 para 68 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Também durante o período, houve redução em todas as causas diretas de mortalidade materna: hipertensão arterial (66,1%), hemorragia (69,2%), infecções pós-parto (60,3%), aborto (81,9%), e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo pós-parto (42,7%).
Desde 2008, o governo realiza uma espécie de gerenciamento das investigações de mortes de mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos). Os casos são analisados por equipes de vigilância dos estados e municípios, e as informações são repassadas ao ministério. O objetivo é avaliar as causas e as circunstâncias da morte e verificar se os casos foram provocados por complicações gestacionais.
Durante a divulgação do estudo, Padilha disse que um outro levantamento feito pela própria pasta no ano passado indica que, de cada quatro gestantes atendidas pelo SUS, uma se queixa de algum tipo de negligência ou maus-tratos identificados no momento do parto.
Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Fundo de População das Nações Unidas e o Banco Mundial da Organização das Nações Unidas, divulgado este mês, aponta uma queda de 51% no número de mortes maternas no Brasil entre 1990 e 2010.

solidão e isolamento pioram saude fisica e mental de idosos






Solidão e isolamento pioram saúde física e mental de idosos


Idosos que não têm família ou aqueles que se sentem sozinhos apesar de terem outros por perto tendem a ter pior saúde física e mental, segundo estudo da Universidade Cornell, nos Estados Unidos.
Avaliando cerca de três mil americanos com idades entre 57 e 85 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles com menos conexões sociais eram menos propensos a descrever sua saúde física como boa ou excelente. E aqueles que disseram se sentir socialmente isolados – mesmo tendo amigos, família e atividades sociais – tendiam a reportar pior bem-estar físico e mental.
Segundo os pesquisadores, os resultados mostram a importância das ligações sociais para a saúde dos idosos – incluindo fatores práticos, como o fato de ter alguém para levar o idoso ao médico ou lembrá-lo de tomar os remédios. Mas também indicam que a percepção dos idosos em relação a esse apoio e sua capacidade de superar as perdas cumprem um papel importante na saúde.
“A maioria dos adultos mais velhos experimentam significativas mudanças em seus relacionamentos sociais devido a fatores como aposentadoria e luto, por exemplo”, destacou a pesquisadora Erin York Cornwell. E “dado que a percepção do relacionamento é importante para a saúde, as habilidades dos idosos de lidar com as mudanças nas relações são cruciais”.
Os especialistas destacam que a sensação de solidão e isolamento afeta a saúde de diversas formas, podendo, por exemplo, aumentar o estresse, reduzir a autoestima ou contribuir para a depressão. E todos esses fatores teriam influência na saúde física, seja afetando as escolhas do estilo de vida da pessoa, ou através de efeitos diretos, contribuindo para uma baixa imunológica.

Sorrir faz bem



Sorrir para pessoas na rua faz bem

 Pode parecer esquisito, mas sorrir para estranhos quando você estiver andando na rua pode ser benéfico. Cumprimentar as pessoas, mesmo sem conhecê-las, pode dar a elas uma maior sensação de conexão com a sociedade.
Em um experimento (feito na Universidade Purdue, nos EUA) pessoas que haviam recebido alguma forma de cumprimento de estranhos na rua imediatamente se sentiam mais conectadas a outros indivíduos do que pessoas que haviam sido deliberadamente ignoradas.
O ostracismo é uma experiência dolorosa, e apesar de a dor ser psicológica, ela pode se estender ao âmbito físico. Estudos já estabeleceram ligações entre a solidão e a debilitação do sistema imunológico, endurecimento das artérias e diversos outros problemas.
Os pesquisadores acreditam que a solidão seja uma resposta evolutiva, já que o ser humano é um animal adaptado a um estilo de vida muito social. Assim, as pessoas devem estar atentas a pistas de aceitação social e rejeição.
A pesquisa foi publicada no periódico Psychological Science.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Conheça a medicina que pretende previnir os efeitos da velhice

O segmento combate a velhice através de estratégias preventivas que tratam as patologias antes que se manifestem.


Pode parecer uma utopia, mas alguns médicos acreditam que é possível envelhecer sem “ficar velho”, sem sofrer os efeitos e complicações das chamadas doenças “inevitáveis” da velhice. Reduzir, parar e, em alguns casos, reverter os processos degenerativos do envelhecimento é o objetivo do segmento médico chamado Medicina Antienvelhecimento.
Surgiu há 17 anos nos Estados Unidos e é praticada pela Europa e Ásia. Aqui no Brasil, não é reconhecida como especialidade médica, mas não há punição para quem a pratica. O segmento combate a velhice através de estratégias preventivas que tratam as patologias antes que se manifestem. Usando conhecimentos e terapias nas áreas de biotecnologia, genética, biorrobótica, nutrição, atividade física e modulação hormonal, os médicos podem ajustar os parâmetros biológicos do corpo aos mesmos níveis encontrados em um indivíduo de 30 anos, idade a partir da qual o envelhecimento começa.
O método não impede que o tempo passe e que as pessoas fiquem mais velhas, mas repõe todas as matérias primas necessárias e indispensáveis ao equilíbrio corpóreo  para fornecer uma velhice repleta de qualidade de vida e sem enfermidades previsíveis, segundo médicos adeptos.
A Medicina Antienvelhecimento foi altamente criticada na abertura do Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia. Eles pretendem elaborar um documento juntamente com o CFM (Conselho Federal de Mecina) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para coibir a prática da chamada “medicina antiaging” no Brasil.
Em publicação no site oficial da Sociedade Brasileira de Geriatria (SBGG), foi recomendada a suspensão do uso de hormônios, vitaminas, antioxidantes e outras substâncias com o objetivo de prevenir, retardar, modular e reverter o processo de envelhecimento.
Entretanto, há uma má compreensão referente ao termo “antienvelhecimento”. Não é sobre reverter processo da velhice, natural na vida de todo ser humano, mas sim ajudar a inibir doenças que surgem na terceira idade. Como disse Efrain Olszewer, precursor da ortomolecular (atividade da Medicina Preventiva) no país, à Folha, “O que existe é melhorar a qualidade de vida. O único tratamento antienvelhecimento que eu conheço é morrer jovem”.

sábado, 26 de maio de 2012

Um pouco sobre Epilepsia

http://pauloliberalesso.files.wordpress.com/2012/02/epilepsia.jpg

Epilepsia é uma doença neurológica crônica, podendo ser progressiva em muitos casos, principalmente no que se relaciona a alterações cognitivas, freqüência e gravidade dos eventos críticos. É caracterizada por crises convulsivas recorrentes, afetando cerca de 1% da população mundial.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Gene ligado ao esperma abre caminho para anticoncepcional masculino


Estudo mostrou que regular esse gene pode levar ao amadurecimento total dos espermatozoides e, consequentemente, da perda de seu efeito reprodutivo

Regulação de gene pode ser chave para criação de contraceptivo não hormonal para homens
Regulação de gene pode ser chave para criação de contraceptivo não hormonal para homens (Thinkstock)
O descobrimento de um gene ligado ao amadurecimento dos espermatozoides nos homens abre as portas para a criação de um anticoncepcional masculino de tipo não hormonal, segundo indica um estudo publicado nesta quinta-feira na revista PLoS Genetics. O estudo, que foi feito na universidade escocesa de Edimburgo, demonstrou que o gene chamado Katnal 1 é chave para permitir que os espermatozoides percam o efeito reprodutivo nos testículos.
Segundo a pesquisadora, Lee Smith, especialista em genética endócrina do centro de saúde reprodutiva da Universidade de Edimburgo, a vantagem de um método como esse seriam seus efeitos reversíveis, já que o gene "só afeta as células em seus estádios de desenvolvimento tardios", por isso a capacidade do homem em produzir esperma não seria afetada.Segundo os analistas, se eles conseguirem controlar a função do gene, seria possível desenvolver um novo tipo de contraceptivo masculino que, ao contrário dos hormonais, que são baseados na supressão da testosterona, não teria efeitos secundários como irritabilidade, acne ou mudanças de humor. Os cientistas acreditam que regular o efeito do Katnal 1 nos testículos poderia prevenir que o esperma amadurecesse completamente, o que atuaria como um anticoncepcional natural ao eliminar seu efeito reprodutivo.
A pesquisa sobre o Katnal 1 também poderia ter outras aplicações, como contribuir para encontrar tratamentos contra a infertilidade quando esta ela está relacionada com uma disfunção do gene.

Governo prorroga em uma semana campanha de vacinação contra gripe

 

O Ministério da Saúde prorrogou para 1º de junho o encerramento da 14ª Campanha de Vacinação contra Gripe. O prazo foi ampliado em uma semana, já que terminaria nesta sexta-feira (25), para possibilitar que mais pessoas sejam imunizadas contra a doença.
De acordo com o governo, até esta quinta-feira (24) 15,8 milhões de brasileiros foram vacinados, o equivalente a 65,5% da meta da campanha, que pretende atingir 24,2 milhões de pessoas com mais de 60 anos, trabalhadores da saúde, crianças que tenham entre seis meses de vida e dois anos, além de gestantes e indígenas.
Dos que já receberam a vacina, os idosos são maioria (10,7 milhões). A dose trivalente imuniza contra gripes sazonais e a influenza A (H1N1), popularmente conhecida como "gripe suína", e é distribuída gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país
A mesma vacina também pode ser encontrada em laboratórios particulares, onde podem recorrer as pessoas fora do grupo priorizado pela campanha. Nestes locais, a vacina pode ter grande variação de preço, de R$ 50 a R$ 119.
Abaixo, tire suas dúvidas sobre a vacina e sobre gripe com informações do Ministério da Saúde e da coordenadora de imunizações da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.

1) Contra quais gripes a vacina protege?
Para 2012, a vacina influenza é trivalente. Isto é, composta por três vírus inativados: vírus similar ao vírus influenza A (H1N1), vírus similar ao vírus influenza A (H3N2) e vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane. Ela protege contra as formas mais comuns da gripe nesta temporada e contra o vírus da gripe A (conhecida popularmente como "gripe suína").

2) Quem deve tomar a vacina?
Na Campanha Nacional de Vacinação de 2012, a vacina contra gripe estará disponível gratuitamente para:
- pessoas acima de 60 anos;
- crianças de 6 meses a menores de 2 anos;
- gestantes
- trabalhadores das unidades de saúde que fazem atendimento aos pacientes com o vírus da gripe;
- indígenas;
- detentos;
- pacientes com doenças crônicas e imunodeprimidos que apresentarem receita médica em qualquer posto de saúde.

3) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como uma pneumonia, e morrer pela doença.

4) Onde será realizada a vacinação?
Em 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados pelo país. Estes postos estão situados em Unidades Básicas de Saúde.