quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dicas para Fazer uma Alimentação Saudável.



Melhore seus hábitos alimentares  adotando estas dicas no seu dia-a-dia  e mantenha uma vida saudável e boa qualidade de vida.
Coma quatro ou cinco vezes  por dia: Fazendo quatro ou cinco refeições leves e equilibradas você leva o organismo a utilizar mais facilmente o seu combustível de reserva, que são as gorduras, além de conseguir controlar melhor seu apetite e vontade de beliscar alimentos desnecessários.
Coma a intervalos regulares: O ideal é fazer uma refeição a cada três horas. Se isso não for possível, estabeleça intervalos de no máximo 4 horas entre as refeições. Uma vez fixados esses horários, há uma tolerância de meia hora, contanto que sejam obedecidos os intervalos mínimo e máximo. Fazendo o número previsto de refeições, a intervalos regulares, você evitará a hipoglicemia (queda no nível de açúcar no sangue) e reduzirá a chance de ter uma fome sem controle dos alimentos a serem ingeridos.
Coma sempre nos mesmos horários: Programe os horários das refeições de modo que possa cumpri-los e faça todo o possível para cumpri-los de fato. Alimentando-se sistematicamente nos mesmos horários, seuorganismo se acostumará ao novo ritmo e ficará condicionado a esperar a comida somente nestes horários. Se você acordar mais tarde, perdendo a hora do café da manhã, faça essa refeição na hora do lanche e mantenha as outras refeições conforme o programado.

Chocolate pode ajudar a manter saúde do coração


Quem gosta de chocolate tem motivos para sorrir, ou melhor, para comer. Já faz muito tempo que se discute os benefícios do doce para saúde, mas agora, pesquisa apresentada na Conferência da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicada no British Medical Journal, mostra que o consumo regular do chocolate pode diminuir os riscos de desenvolver doenças cardíacas em até 37%.

O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Cambridge e envolveu 114 mil participantes. Os resultados mostraram que pessoas que consumiam chocolate regularmente tinham um risco 37% menos de desenvolver doenças cardíacas e 29% menos probabilidade de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) do que aqueles que não consumiam ou comiam o doce raras vezes.

O estudo não distingue entre os tipos de chocolate escuro e os produtos derivados desse, como os biscoitos e cookies. Contudo, os pesquisadores lembram que esses resultados não devem ser usados como desculpa para o consumo exagerado do chocolate, pois esse contém açúcar e gordura, além de levar ao ganho de peso, forçando o coração e aumentando o risco de diabetes.

Fumo passivo causa perda auditiva em adolescentes, diz estudo

Jovens expostos ao cigarro têm o dobro de chances de enfrentar problemas



O fumo passivo aumenta as chances de um bebê nascer morto, causa problemas psicológicos, danos ao pulmão, doenças cardíacas e mata mais de 600 mil pessoas por ano (dados da OMS). Além de todos esses problemas, um novo estudo mostra que a exposição à fumaça do cigarro praticamente dobra as chances de perda auditiva em adolescentes.
O estudo, realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York (EUA), foi divulgado pela revista científica Archives of Otolaryngology – Head & Neck Surgery.
Os pesquisadores estudaram mais de 1.500 adolescentes entre 12 e 19 anos, avaliando informações sobre suas casas, além de fazerem testes de sangue, nicotina e capacidade auditiva.
Os cientistas concluíram que “a fumaça do cigarro é independentemente associada com um risco quase duas vezes maior de perda auditiva em adolescentes”.
Os resultados mostraram que os adolescentes expostos ao cigarro falharam mais nos testes de freqüências importantes para compreensão da fala. Além disso, aqueles com altos níveis de nicotina (o que indicava grande exposição) apresentavam maior perda unilateral de audição.
Além disso, os adolescentes expostos ao cigarro foram mais propensos a sofrer de perda auditiva neurossensorial, que é um tipo de problema mais comum em pessoas mais velhas, segundo o médico Michael Weitzman, professor de pediatria e psiquiatria da universidade e um dos autores do estudo.
A lista dos problemas causados pela exposição ao cigarro é extensa: doenças cardíacas, câncer de pulmão, ataques de asma em crianças e infecções no ouvido.
Segundo Anil Lalwani, professor da universidade e coordenador do estudo, “mais da metade dos adolescentes nos Estados Unidos são fumantes passivos”.
- Por isso, nossas descobertas indicam que a perda auditiva em adolescentes tem fortes implicações em saúde pública.
De acordo com os especialistas, as autoridades públicas precisam reavaliar o tabagismo em casa e em locais públicos e o número de vezes que os adolescentes fazem testes de audição.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Adolescência e as primeiras experiências sexuais

"A adolescência chega e muitas vezes com ela as primeiras experiências sexuais. Nem todo mundo sabe, mas o despertar da sexualidade nada tem a ver com a genitalidade, normalmente acentuada nesta fase da vida. Quando o ser humano nasce, já começa a desenvolver sua própria sexualidade. Entretanto, em uma sociedade que erotizou o sexo, incentivando sua prática a qualquer custo, as pessoas perderam o referencial. Muitas acreditam que os únicos riscos do sexo são físicos, como uma gravidez indesejada ou a contaminação pelo vírus HIV. Os especialistas, no entanto, alertam que viver plenamente as experiências sexuais pode trazer outros problemas: traumas que, sem tratamento adequado, serão carregados por toda vida".

Metade dos homens tem HPV, diz pesquisa

Cerca de 50% dos homens que participaram de um estudo populacional estavam infectados com o papilomavírus humano (HPV, na sigla em inglês). O trabalho, publicado na revista científica The Lancet, analisou voluntários saudáveis de três países: Brasil, México e Estados Unidos. O resultado surpreendeu os especialistas, pois revelou uma prevalência muito maior que a encontrada em estudos semelhantes com mulheres, quando o porcentual de infecção pelo vírus não ultrapassa 20%.

domingo, 28 de agosto de 2011

Saúde Bucal


A importância da alimentação na saúde bucal?

Para que o indivíduo desenvolva dentes resistentes e gengivas saudáveis é necessário que ele tenha uma alimentação equilibrada.
Uma alimentação balanceada dá aos tecidos da gengiva e dos dentes os nutrientes e minerais de que necessitam para permanecerem fortes e resistirem a infecções que podem levar à gengivite. Além disso, os alimentos fibrosos (como as verduras e frutas) ajudam a limpar os dentes e tecidos gengivais. Os alimentos moles e pegajosos tendem a ficar presos entre os dentes, produzindo mais placa bacteriana.
A alimentação deve conter uma ampla variedade de vitaminas e sais minerais, cálcio, fósforo e níveis adequados de flúor.

Curiosidade: Porque balançamos os braços ao caminhar??


A pesquisa foi realizada em parceria com a Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e revelou algo que há muito tempo intrigava os cientistas.

Por que balançamos os braços ao caminhar? Você já notou que a mão que vai à frente é oposta à perna que executa o passo?

Perguntas como estas intrigavam cientistas de todo o mundo há bastante tempo. Acreditava-se que o balanço dos braços era um resquício evolutivo de nossos antepassados quadrúpedes.

No entanto, cientistas da TU Delft (Universitade de Tecnologia de Delft) e da Universidade de Michigan realizaram uma pesquisa e descobriram o verdadeiro motivo do balanço de nossos braços enquanto andamos. Eles construíram um modelo mecânico para se ter uma idéia da dinâmica do movimento e contaram com o apoio de dez voluntários.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nova bactéria ronda alimentos brasileiros


       A Salmonella e a Escherichia coli são conhecidas por sua capacidade de contaminar alimentos, causando quadros de diarreia e vômito. Uma "parente" menos conhecida, a bactéria Bacillus cereus, acaba de ser alvo de um importante estudo. Em análises de amostras das décadas de 80, 90 e 2000, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) conseguiram traçar um panorama dos riscos que esta bactéria oferece no país.Os cientistas da Fiocruz investigaram a diversidade genética, a resistência aos antimicrobianos (resistência aos antibióticos) e os perfis toxigênicos das cepas de B. cereus isoladas de alimentos e especiarias no Brasil nas últimas três décadas. As pesquisas sobre o tema são escassas e, em sua maioria, realizadas em locais de clima temperado.

Diversidade genética
        A pesquisadora Adriana Vivoni afirma que os resultados obtidos da análise de cepas de B.cereus isoladas recentemente mostram resistência significativa a um antibiótico chamado clindamicina, que age inibindo a síntese protéica bacteriana. "Constatamos que as 97 cepas analisadas dos últimos 30 anos não constituíam um 'clone', ou seja, não apresentavam uma composição semelhante nos seus materiais genéticos. O que existe é uma diversidade genética", explica Adriana. "Se fosse evidenciado que a maioria das cepas isoladas de alimentos pertencessem a um clone sabidamente produtor de toxinas, com potencial patogênico mais elevado e mais associado a quadros de intoxicação alimentar, poderia haver risco de infecção mais acentuado", conta.

Higiene com alimentos é fundamental
        A bactéria B. cereus pode causar intoxicação alimentar e outras infecções.
Podem ocorrer quadros clínicos do tipo emético (caracterizados pela ocorrência de náuseas e vômitos no prazo de até seis horas após a ingestão do alimento contaminado).
Outra ocorrência são os quadros clínicos do tipo diarreico (atribuídos à presença de enterotoxinas e caracterizados pela ocorrência de dor abdominal e diarreia aquosa de oito a 16 horas após a ingestão do alimento contaminado). O procedimento de higienização dos alimentos é fundamental para evitar a infecção por B. cereus e por bactérias de veiculação alimentar de forma geral. Segundo os especialistas, os alimentos não podem permanecer em temperatura ambiente após cozidos, uma vez que os esporos de B. cereus podem sobreviver à fervura, germinando e multiplicando-se rapidamente em temperatura ambiente. As sobras de alimentos devem ser prontamente refrigeradas. Ficar de olho nos processos de higienização em restaurantes e bares é sempre uma boa dica antes de dar a primeira garfada.

Riscos de infecção
       Segundo a bacteriologista, qualquer pessoa corre o risco de ser infectado. "Vai depender de dois fatores: da cepa de B. cereus em questão e do status imunológico das pessoas que entram em contato com a bactéria. "Pouquíssimas cepas são capazes de produzir toxinas potentes que causam, na grande maioria dos indivíduos, um quadro chamado de síndrome emética (com vômitos intensos). Já outras cepas, essas em maior número, têm a capacidade de produzir outras toxinas que causam diarreia", diz. As toxinas podem ser produzidas pela bactéria ainda no alimento, antes de ser ingerido, ou no próprio hospedeiro, após a alimentação. De acordo com Adriana, os casos de intoxicação por B. cereus não são de notificação compulsória, o que dificulta a avaliação do número de casos ocorridos. "Em geral, esses quadros são benignos e de recuperação espontânea. Muitas pessoas sequer procuram auxílio médico. Os sintomas são facilmente confundidos com a intoxicação causada por Staphylococcus aureus", diz.

Como as bactérias causam doenças
         De acordo com a pesquisadora, cada bactéria tem uma forma diferente de causar doenças, bem como modos diferentes de transmissão. "A B. cereus é uma bactéria muito diferente da E. coli e da Salmonella, por exemplo, por isso não temos como comparar os efeitos patogênicos de cada espécie. Todas elas representam riscos à saúde e, portanto, devemos ficar sempre em alerta", afirma. Adriana revela que existem poucos dados sobre a resistência da B.cereus aos antimicrobianos. "Os resultados obtidos mostram que a resistência a um antibiótico chamado clindamicina foi significativamente maior em cepas de B. cereus isoladas recentemente. Serão necessários mais estudos para avaliar se essa resistência está realmente emergindo nessa bactéria," diz.

Endometriose pode surgir da primeira à última menstruação


A doença pode surgir da primeira à última menstruação. As pacientes, em média, levam sete anos para receber o diagnóstico. Por isso, reconhecer os sintomas já na adolescência é essencial para ter mais qualidade de vida

Tensão pré-menstrual, sangramento e cólicas fazem parte da rotina mensal das mulheres. Do início da puberdade ao climatério, elas convivem com esses e outros fatores ligados às suas funções fisiológicas e reprodutivas. Não bastasse todo o cuidado que um ciclo menstrual acarreta, uma importante parcela das mulheres tem sintomas mais intensos, tão fortes que diminuem drasticamente a qualidade de vida.

Esse grupo, ciente ou não, pode ter endometriose. A doença acontece quando o tecido que reveste a cavidade uterina, o endométrio, se implanta fora do útero. Essa anomalia pode ocorrer superficialmente na cavidade peritonial, nos ovários ou mais profundamente, invadindo órgãos como o intestino e a bexiga. “É bastante frequente hoje. Atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva”, alerta Mauricio Simões Abrão, professor associado do departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e presidente da Sociedade Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE). Abrão trabalha com a patologia desde 1988, quando liderou a criação do Ambulatório de Endometriose da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da USP. No centro, ele e outros profissionais estudam questões genéticas e imunológicas ligadas à doença e no desenvolvimento de novas técnicas para o diagnóstico precoce e não invasivo. 


Qual é a importância do diagnóstico precoce da doença? 

A endometriose é uma das principais causas de dor pélvica e de infertilidade na mulher. O diagnóstico precoce é fundamental para uma melhor perspectiva terapêutica. A endometriose é evolutiva. Por isso, quanto antes a identificarmos, menor será o número de casos avançados. 

Estudos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da USP de Ribeirão Preto mostram que o tempo entre o início dos sintomas e a confirmação da patologia é de 7 anos. Dois fatores são responsáveis por tanta demora. O primeiro é resultado da falta de acompanhamento especializado. Isso quer dizer que a paciente passa anos sem procurar o médico, ainda que seu corpo lhe dê sinais periódicos de que algo está errado. Além disso, o médico pode demorar a pensar na possibilidade das queixas relatadas pelas mulheres indicarem a existência da endometriose. Por esses motivos, fazemos campanhas e ações de esclarecimento sobre a etiologia da doença para especialistas e leigos.


O que a doença implica na vida da paciente?

Fica fácil entender como ela prejudica diretamente a qualidade de vida da paciente e sua capacidade de reprodução se entendermos quais são seus sintomas. Os principais sinais são: cólicas menstruais severas; dor durante a relação sexual; dificuldade para evacuar ou urinar durante os períodos de menstruação; e dificuldade para engravidar. Esses sintomas podem coexistir ou, eventualmente, a mulher pode apresentar um ou mais de forma mais intensa. As cólicas, por exemplo, podem ser tão fortes que se tornam incapacitantes, impedindo que a paciente reúna condições mínimas para atividades do dia a dia.


Como uma mulher desenvolve a endometriose?

Existem inúmeras teorias sobre suas causas. A primeira mais consistente surgiu em 1927, que ligava a doença à menstruação retrógada. Quando uma mulher menstrua, ela elimina o endométrio pelo sangue. O tecido, então, pode refluir pelas tubas uterinas, antigamente chamadas de trompas, levando, assim, o endométrio à cavidade abdominal. Outras teses associaram a patologia a variações nos cromossomos 10 e 17. Atualmente, uma linha bastante aceita se refere a alterações do sistema imunológico da mulher. Outras doenças que atacam o mecanismo de defesa do corpo também têm relação com o desenvolvimento da endometriose. Por exemplo, 30% desse grupo de pacientes têm problemas na tireoide.



Saúde da família e da comunidade


Estratégia tem nova opção para chegar à área remota

Além das 40 horas já praticadas, médicos poderão ser contratados para atender por 30 ou 20 horas semanais; medida ajudará a fixar profissionais em regiões onde há carência.

Com o objetivo de levar o Saúde da Família a mais pessoas no país, o Ministério da Saúde ampliou as opções de contratação de médicos para atuar na estratégia. A medida beneficia principalmente os municípios em áreas remotas. Além das 40 horas semanais, os gestores municipais poderão contratar médicos para prestar atendimento com carga horária de 30 ou 20 horas por semana. A portaria faz parte da reestruturação da Política Nacional de Atenção Básica e foi publicada, hoje (25), no Diário Oficial da União.

“A medida é um aprimoramento da estratégia, com olhar na capacidade da fixar de médicos, combinada com a diversidade de cada município e região. A composição de cada equipe de Saúde da Família pode ter perfis diferentes na relação horária dos médicos. O nosso objetivo, portanto, é garantir o compromisso com os resultados e o vínculo desse profissional de saúde. Isso  não só com seus pacientes, mas com o território daquela Unidade Básica de Saúde”, avalia o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.



A composição da equipe de Saúde da Família permanece a mesma: um médico, um enfermeiro, um técnico ou auxiliar de enfermagem e até 12 agentes comunitários de saúde, independente da modalidade de contratação escolhida. Com a decisão, o médico poderá participar de, no máximo, duas equipes de saúde, desde que não ultrapasse a carga horária total de 40 horas semanais. A adequação do Ministério da Saúde reforça a estratégia de abrangência nacional da Política Nacional de Atenção Básica.

“Estamos possibilitando às equipes outros formatos de inserção do médico, sem reduzir a quantidade de horas por habitante e também a qualidade do atendimento”, explica o diretor de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto.

MODALIDADES – O incentivo mensal do Ministério da Saúde para a implementação de uma equipe completa pode chegar a R$ 14 mil. Com a nova portaria, o financiamento por equipe varia de 60% a 100% do repasse. O valor será definido de acordo com o número de profissionais médicos e carga horária

Este mesmo critério será utilizado para definir a  participação no Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB), instituído em julho pelo Ministério, e que oferece uma série de incentivos financeiros. Esses benefícios estão atrelados ao padrão de qualidade e acesso aos serviços pela população, definidos pelo programa. Os recursos destinados pelo Ministério da Saúde aos municípios podem até duplicar, conforme o desempenho das equipes.
 


ASSISTÊNCIA – O Brasil tem 32.029 mil equipes de saúde da família, responsáveis por uma cobertura de mais de 101 milhões de pessoas em todo o território nacional. Cada equipe é responsável por uma população de 3,5 mil a 4 mil habitantes, ou mil famílias. Elas desenvolvem ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais frequentes, e manutenção da saúde das pessoas atendidas. Com a atenção básica de qualidade, até 80% dos problemas de saúde da população podem ser resolvidos.

Estresse, alimentação, obesidade e cigarro podem influenciar fertilidade


Ter filho não é tarefa fácil: exige cuidados intensos desde o primeiro mês de gestação até, pelo menos, os 18 anos de idade. Alimentação, educação, saúde e vestuário são itens imprescindíveis que os pais devem levar em conta no planejamento familiar.
Mas, muitas vezes, o problema começa bem antes disso – na hora de engravidar. O casal decide que quer ter um bebê, mas não consegue. A ansiedade e o excesso de expectativa atrapalham demais nessa hora. Em vários casos, o único problema do homem e da mulher é psicológico, e não falta de fertilidade.
fertilidade (Foto: Arte/G1)
Estresse


O estresse, a pressão e a ansiedade reduzem a testosterona entre os homens, que perdem a libido e complicam a dinâmica do casal. A pressão de ter um filho também atrapalha e aí não só a pressão do casal, mas a da família também.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Alimento certo ajuda a previnir doenças crônicas

Alimento certo ajuda a previnir doenças crônicas

Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis terá como meta evitar o aumento da obesidade e incentivar a inclusão de frutas e hortaliças nas refeições diárias

Resistir a frituras, refrigerantes e massas é uma tarefa difícil para milhares de brasileiros que combinam uma dieta tradicional, baseada no arroz e feijão com alimentos compostos por baixo teor de nutrientes e alto conteúdo calórico. Aliado ao crescente consumo de refrigerantes e refrescos, está à ingestão reduzida de frutas, verduras e legumes.

PlanoSegundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, apesar de haver uma ingestão satisfatória de proteínas, a prevalência de consumo excessivo de açúcares foi observada em 61% da população, já a de gorduras saturadas, em 82% das pessoas. O consumo insuficiente de fibras foi observado em 68% dos brasileiros.

A maior preocupação está entre os adolescentes, que tem apresentado alto consumo de gorduras trans, saturadas, sódio e açúcar que podem levar ao excesso de peso e obesidade. Dados da POF 2008-09 mostram que 12% dos brasileiros estão obesos.

Para controlar e reduzir o excesso de peso, obesidade e promover a alimentação saudável, o Ministério da Saúde apresenta à sociedade o Plano de Ações Estratégicas de Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) que traz como metas, para os próximos dez anos, elevar o consumo de frutas e hortaliças, reduzir o consumo médio de sal da população brasileira, aumentar a atividade física no lazer e a implementação do Plano Intersetorial de Obesidade, que buscará reduzir ao excesso de peso e a obesidade na infância, na adolescência e na vida adulta.

O Plano de Enfrentamento das DCNT, também, tem como objetivo promover o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT e seus fatores de risco e fortalecer os serviços de saúde voltados às doenças crônicas.

Para a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, esse cenário é preocupante uma vez que se observa o crescimento da obesidade no Brasil, associada, entre outros fatores, à má alimentação. “A população precisa criar o hábito de fazer três refeições e um lanche nos intervalos, buscando o consumo de frutas, verduras e legumes no lugar de alimentos processados. Ter cuidados com a alimentação reduz o aparecimento de doenças precoces como hipertensão e diabetes. E o Plano vem ao encontro dessa preocupação com a saúde dos brasileiros”, destaca.

Dicas Para Combater o Estresse


Dicas e Curiosidades de como controlar os males do estresse
O estresse pode tornar uma pessoa irritada, impaciente e impossibilitada de se concentrar em tarefas. Outras pessoas perdem o sono ou descontam a ansiedade comendo alimentos nada saudáveis.
Para os que sofrem diariamente com situações de estresse, existem boas notícias: independente da falta de tempo e do número de obrigações a serem cumpridas, sempre há uma maneira de controlar o estresse.
Causas do estresse
Basicamente, o estresse surge devido ao número de exigências e obrigações, de diversos níveis, que as pessoas recebem todos os dias. Essas exigências são físicas, mentais, emocionais, e até mesmo de natureza química. A palavra “estresse” é utilizada tanto a situação estressante quanto os sintomas vivenciados sob sua influência (resposta ao estresse).
O estresse ativa o sistema nervoso simpático, estimulando a liberação de hormônios por todo o corpo da pessoa estressada. Esses hormônios dão energia a pessoa, como a reação de “luta ou fuga” (espécie de “alarme” que toca internamente em situações que o corpo se encontra em perigo).
A reação de “luta ou fuga” faz o coração bater mais rápido. A pessoa pode se sentir muito nervosa e com dificuldades para respirar. A curto prazo, a reação de “luta ou fuga” provoca modificações que permitem a pessoa lidar com situações de estresse.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O poder dos placebos - até 60% dos médicos acreditam em sua eficácia

Receitando placebos
Os psiquiatras canadenses parecem estar mais preparados do que quaisquer outros médicos para reconhecerem os benefícios dos placebos.
Eles podem até se sentir desconfortáveis em falar sobre isso, mas definitivamente estão tirando proveito desses benefícios.
Um estudo realizado pela equipe do Dr. Amiz Raz, da Universidade McGill, mostra que um em cada cinco doutores - médicos e psiquiatras em escolas médicas canadenses - já prescreveram ou administraram placebo para seus pacientes.
E uma proporção ainda maior dos psiquiatras (mais de 35 por cento) relataram prescrever doses subterapêuticas de medicamentos para o tratamento de seus pacientes - ou seja, doses que estão abaixo, por vezes, consideravelmente abaixo, do nível mínimo recomendado.
Placebos entre psiquiatras
E a prescrição dos pseudoplacebos - isto é, tratamentos que, em princípio, são ativos, mas que dificilmente serão eficazes para a patologia a ser tratada, por exemplo, o uso de vitaminas para tratar a insônia crônica - é ainda mais disseminada.
O Dr. Raz e seus colegas sugerem que isso pode estar ocorrendo porque os médicos têm-se mostrado mais dispostos a prescrever materiais bioquimicamente ativos, embora em doses mais baixas do que poderia ser eficaz.
A pesquisa, que também foi concebida para estudar as atitudes dos médicos frente ao uso dos placebos, revelou que a maioria dos psiquiatras entrevistados (mais de 60 por cento) acredita que os placebos podem ter efeitos terapêuticos.
Esta é uma proporção significativamente maior do que a verificada entre médicos de outras especialidades. "Os psiquiatras parecem dar mais valor à influência que os placebos exercem sobre a mente e o corpo", diz Raz.
Apenas 2% dos psiquiatras acreditam que os placebos não têm nenhum benefício clínico.
Expectativas e enganos
O interesse do próprio Dr. Raz em relação aos placebos veio de seu trabalho em três áreas muito diferentes: seus estudos sobre como a fisiologia das pessoas é influenciada por suas expectativas do que está para acontecer, seu trabalho sobre o auto-engano, e seu treinamento como mágico.
Juntas, essas três áreas distintas da experiência de Raz levaram-no a explorar o que continua a ser um terreno incômodo da prática médica para muitos profissionais - o uso de placebos na medicina - justamente por suas ligações com as expectativas e, mais eticamente problemático, o engano.
"Enquanto a maioria dos médicos provavelmente valorize o mérito clínico dos placebos, orientações técnicas e conhecimentos científicos limitados, bem como as considerações éticas, impedem a discussão aberta sobre a melhor maneira de re-introduzir os placebos no meio médico", diz Raz.
"Esta pesquisa fornece um valioso ponto de partida para futuras investigações sobre as atitudes dos médicos [...] e para a utilização dos placebos," conclui.

Via: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=poder-placebos&id=6850

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Álcool e o Trauma

Trânsito: abuso e dependência do álcool

O álcool foi identificado nas vítimas pelo grau de alcoolemia no momento da autópsia e também comprovado no lugar dos fatos, pois uma proporção significativa dos eventos se deu em bares, festas ou reuniões ou adjacências. A dependência de álcool acomete de 10% a 12% da população mundial e 11,2% dos brasileiros que vivem nas 107 maiores cidades do país, segundo levantamento domiciliar sobre o uso de drogas. Ao lado da dependência de tabaco, é a que recebe maior atenção dos pesquisadores. Muitas características, como gênero, etnia, idade, ocupação, grau de instrução e estado civil podem influenciar o uso nocivo de álcool, bem como o desenvolvimento da dependência dele.

A incidência de alcoolismo é maior entre homens do que entre mulheres. O mesmo se repete entre os mais jovens, especialmente na faixa dos 18 aos 29 anos, declinando com a idade.

Os dados citados acima estão em consonância com pesquisas conduzidas no Brasil: o álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito e aparece em 70% dos laudos cadavéricos das mortes violentas. De acordo com a última pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) entre estudantes do 1º e 2º graus de 10 capitais brasileiras, as bebidas alcoólicas são consumidas por mais de 65% dos entrevistados, estando bem à frente do tabaco. Dentre esses, 50% iniciaram o uso entre os 10 e 12 anos de idade. Evidências a partir de registros populacionais e de revisões sistemáticas de estudos de coorte e caso-controle mostram que qualquer dose de bebida alcoólica, por menor que ela seja, aumenta o risco de morte entre adolescentes e adultos jovens. Com o aumento da dose de bebida consumida, a mortalidade por todas as causas também aumenta entre a faixa etária de 16 a 34 anos de idade, tanto entre mulheres como entre homens. Para mulheres e homens mais velhos o consumo de doses menores de bebida está associado a uma menor mortalidade quando comparado com as pessoas da mesma idade que não bebem, ou bebem em maior quantidade. Os benefícios de sobrevida associados ao álcool devem-se à redução da morbimortalidade por doenças cardiovasculares. Os valores foram calculados tomando-se como base as informações coletadas na Inglaterra e País de Gales, no ano de 1997; em países como o Brasil, onde a mortalidade por doença cardiovascular é menor do que no Reino Unido, é provável que as doses de baixo risco sejam ainda menores.
Alguns dados:
>Cerca de 9,8% da população brasileira – 180 milhões (IBGE, junho de 2004) – bebe em demasia. Isso significa que aproximadamente 18 milhões de pessoas são alcoolistas.
>Um quinto dos traumas no trabalho são provocados pelo álcool, cerca de 300.000 pessoas incapacitadas temporariamente e 100.000 permanentemente.
>A relação álcool-rolante que revela a faceta mais cruel deste problema: cerca de 80% dos desastres com vítimas fatais nas ruas e estradas de nosso país existe um motorista alcoolizado envolvido. O Brasil esta no topo da lista de países com o maior número de desastres de trânsito do mundo.
>Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, 70% a 80% da população fazem uso de bebida com álcool.
>Mais de 30% já têm problemas de saúde devidos ao álcool e 10%, problemas graves, considerados como dependentes e adictos.
>O relatório sobre o uso de drogas divulgado pela OMS em março de 2004, mostrou que, apesar de o consumo por adulto/ano de álcool puro ser menor no Brasil que nos EUA (8,6 litros contra 9,7 litros dos americanos), aqui o padrão é abusivo e/ou nocivo.
Álcool e drogas em vítimas de causas externas
Os resultados de uma pesquisa feita entre julho de 1998 e agosto de 1999 sobre a incidência do uso de álcool e drogas (cocaína, canabinóides e anfetamínicos) nas vítimas atendidas por causa externa, que deram entrada no Pronto-Socorro Central (PSC) do Hospital das Clínicas da FMUSP, confirmam o que se sabe: o álcool é o gatilho primário da violência no trânsito e dos homicídios (Greve, 1999).

Prevenção de Trauma



Prevenir é o melhor remédio. Assim é iniciado o assunto quando se discute qualquer doença. Nesse sentido, não poderia ser diferente quando colocamos em foco a mais devastadora de todas as doenças. Trauma. A prevenção do trauma é tão importante quanto o seu atendimento e igualmente complexa.

Para dimensionar a magnitude da prevenção podemos utilizar como referência os dados da National Association of Emergency Medical Technicians, os quais apontam que 50% dos óbitos ocorridos por colisões automobilísticas acontecem dentro dos primeiros minutos após o impacto, impossibilitando a viabilidade de atendimento médico. Fica claro que, com a prevenção de colisões de veículos automotores, a perda dessas vidas poderia ser reduzida.

MENOPAUSA E CLIMATÉRIO


O QUE É?
A menopausa é a última menstruação da mulher.
O climatério é a fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários.
A insuficiência ovariana é secundária ao esgotamento dos folículos primordiais que constituem o patrimônio genético de cada mulher. A diminuição dos níveis hormonais é um fato que ocorre com todas as mulheres e se inicia ao redor dos 40 anos. Algumas mulheres podem apresentar um quadro mais acentuado de sinais e sintomas, porém todas chegarão à menopausa.

sábado, 20 de agosto de 2011

Óleo de arroz alivia inflamações da pele

Óleo de arroz alivia inflamações da pele: Os resultados demonstraram alta hidratação da pele e um aumento positivo de oleosidade tanto em pessoas saudáveis quanto em portadores de doenças da pele.

Células imunológicas alteradas geneticamente atacam leucemia

Células imunológicas alteradas geneticamente atacam leucemia: A terapia genética dá uma nova esperança para pacientes que hoje têm poucas alternativas de tratamento. Os resultados foram muito superiores ao esperado.

10 passos para evitar o câncer

10 passos para evitar o câncer: O Instituto do Câncer de São Paulo divulgou uma série de dicas para prevenir o surgimento do câncer.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Estudo mostra que o ecstasy pode ser usado para tratar o câncer

LONDRES, 19 Ago 2011 (AFP) -
Cientistas do Reino Unido revelaram nesta sexta-feira (19) que estão avaliando se o ecstasy, conhecido como a droga do amor e popularizado em festas de música eletrônica, as chamadas 'raves', pode ser eficaz no tratamento de cânceres no sangue.

Cientistas da Universidade de Birmingham, no centro da Inglaterra, afirmaram ter modificado formas da droga, intensificando em 100 vezes sua capacidade de destruir células cancerosas.

Seis anos atrás, os pesquisadores descobriram que os cânceres que afetam os glóbulos brancos do sangue parecem responder a certas drogas "psicotrópicas". Entre elas estão pílulas de emagrecimento, antidepressivos da família do Prozac e derivados da anfetamina como o MDMA, conhecido popularmente como ecstasy.

Os cientistas afirmaram que as descobertas feitas desde então podem levar ao uso de derivados de MDMA em testes com humanos. Os derivados podem ser eficazes no tratamento de cânceres do sangue, como leucemia, linfoma e mieloma.

"Este é um animador avanço no uso de uma forma modificada de MDMA para ajudar pessoas que sofrem de câncer no sangue", disse o professor John Gordon, da Escola de Imunologia e Infecção da universidade inglesa.

"Embora não queiramos dar às pessoas falsas esperanças, os resultados desta pesquisa demonstram o potencial para avanços nos tratamentos nos próximos anos", acrescentou.

A equipe de cientistas descobriu que a dose de MDMA requerida para tratar um tumor poderia ser fatal, portanto, trabalhou no isolamento das propriedades anticancerígenas da droga. Agora, eles estão estudando formas de conseguir que moléculas de MDMA penetrem nas paredes das células cancerosas mais facilmente.

O doutor David Grant, diretor científico da instituição beneficente Pesquisa de Leucemia e Linfoma, que financiou parcialmente o estudo, disse: "a perspectiva de sermos capazes de atacar o câncer no sangue com uma droga derivada do ecstasy é uma proposta genuinamente excitante".

"Muitos tipos de linfoma permanecem difíceis de tratar e necessitamos desesperadamente de drogas não tóxicas que sejam eficazes e tenham poucos efeitos colaterais", acrescentou.

As descobertas foram publicadas na edição bimestral da revista Investigational New Drugs.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Artrite reumatóide juvenil

Saiba mais sobre a fisioterapia na abordagem da artrite reumatóide juvenil

A Artrite Reumatóide Juvenil,é uma doença inflamatória crônica que agride as articulações e outros órgãos, como a pele, o coração e os olhos. É caracterizada por dor, aumento de volume e de temperatura de uma ou mais articulações. Em algumas crianças a dor é mínima ou até mesmo inexistente. A doença  inicia sempre antes dos 17 anos de idade. A incidênciada Artrite Idiopática Juvenil é desconhecida em nosso país.

A causa exata da Artrite Idiopática Juvenil ainda é desconhecida. Fatores imunológicos, infecciosos e genéticos estão envolvidos. Alguns estudos mostram que existe uma certa tendência familiar e que alguns fatores externos, como infecções bacterianas e virais, o estresse emocional e os traumatismos articulares podem atuar como desencadeantes da doença.

O diagnóstico é clínico e baseia-se na presença de artrite em uma ou mais articulações com duração maior ou igual a 6 semanas.Além da dor e da inflamação articular pode ser observada uma certa dificuldade na movimentação ao acordar, fraqueza ou incapacidade na mobilização das articulações, além de febre alta diária (> 39º C) por períodos maiores do que 2 semanas. Não existem exames laboratoriais específicos para detectar esta doença. 

O tratamento consiste no uso de antiinflamatórios, glicocorticóides, drogas modificadoras da doença, Fisioterapia e Terapia Ocupacional além de tratamento ortopédico quando necessário.

Em muitos pacientes a doença é controlada até o final da adolescência. No entanto, alguns podem apresentar doença crônica com períodos de melhora e piora que persistem até vida adulta.

A interrupção do tratamento pode ter conseqüências sérias e irreversíveis, como piora da inflamação, deformidades articulares irreversíveis, destruição da cartilagem e piora da capacidade física.

A fisioterapia é de grande importância para a recuperação e manutenção da mobilidade das articulações acometidas e deve ser iniciada assim que possível. Seu principal objetivo é reabilitar o paciente para a realização das atividades diárias rotineiras, através do fortalecimento muscular, alongamento de tendões e aumento da amplitude de movimento articular.

O fisioterapeuta poderá orientar a família na utilização de adaptações para uso em tarefas diárias e na realização de exercícios em casa. As crianças devem ser estimuladas a ter uma vida mais saudável, sendo estimulada a prática de esportes, porém,  deve ser supervisionada por um especialista em reabilitação e as articulações protegidas contra possíveis traumatismos.Esportes com impacto como o futebol e o vôlei devem ser evitados nas fases iniciais do tratamento, enquanto a natação deve ser estimulada. 

A doença tem um impacto em várias dimensões da vida da criança e dos familiares: aspectos físicos, emocionais, sociais, educacionais e econômicos. Com isto a dinâmica da família pode alterar-se expressivamente. A troca de informações entre o paciente, seus familiares, o reumatologista pediátrico e os demais profissionais relacionados (fisioterapeuta e psicólogo) é fundamental para que este impacto seja minimizado.

Os pais devem estar atentos, uma vez que poderão ser observadas modificações no comportamento da criança com artrite, especialmente devido à presença da dor e diminuição da capacidade física. Algumas crianças podem ficar tristes enquanto outras podem sentir raiva de intensidade variável. Em alguns casos pode ser observado sentimento de culpa nos pais ou nos irmãos, que satisfazem todas as vontades dos pacientes. Este processo dificulta o retorno da criança com artrite para uma "vida normal". As crianças com artrite devem ser estimuladas a retomar o mais breve possível a sua vida social e escolar. 

Na escolar, o professor deve ser orientado sobre a doença. As necessidades pessoais deverão ser avaliadas e respeitadas. Uma vez que a incapacidade física tem melhora de forma lenta.

PSA e toque retal

O câncer de próstata é o tipo de câncer mais prevalente em homens com mais de 50 anos.

No passado, o diagnóstico costumava ser feito quando o tumor já invadia órgãos vizinhos ou formava metástases ósseas. A introdução do PSA e do toque retal rotineiro, nos anos 1990, permitiu identificar lesões em fases precoces e diminuir a probabilidade de morrer por complicações da doença.

O tratamento desses tumores iniciais através da cirurgia ou radioterapia, no entanto, está associado a complicações intestinais, urinárias e da função sexual, que podem comprometer a qualidade de vida.

Enquanto alguns tumores apresentam comportamento agressivo, outros são tão indolentes que dificilmente chegarão a provocar complicações nos pacientes mais idosos, mesmo que não sejam tratados. Nestes casos, o simples acompanhamento clínico e laboratorial pode ser a opção mais adequada.

Dicas de como aliviar as dores no joelho



Muitas pessoas reclamam de ter dores no joelho praticamente todos os dias e poucos realmente dão importância aos joelhos, não cuida corretamente e alguns nem procura ajuda. Os joelhos são uma das articulações mais complexas e propensas a lesões do nosso corpo, a articulação e o joelho é muito exposta e bastante vulnerável principalmente o joelho.

Qualquer lesão em especial o joelho devem ser avaliadas e tratadas por um médico principalmente quando você não suporta peso sobre o joelho, seu joelho parece deformado e anormal, o joelho trava ou estrala quando você dobra, você tem dores fortes mesmo quando está em descanso.



Para aliviar essas dores o principal fator que contribui é manter o peso ideal quando está acima do peso, consulte com um médico e veja qual é seu peso ideal. Repare em seu pé, sendo uma causa comum de problemas no joelho é a pronação excessiva, que é a rotação dos pés para dentro. Um certo grau é até normal mas o excesso pode causar problemas nos joelhos pelo fato de que tira o alinhamento.

Use sapatos correto se possível as mulheres usarem sapatos baixos, quando você usa sapatos altos acaba jogando o corpo para frente e sobrecarregam os joelhos, e se for caminhar ou correr compre tênis especifico para cada exercício. Verifique o alinhamento dos joelhos se tiver pernas arqueadas ou os joelhos para dentro você está propenso a ter problemas no joelho.Evite fazer atividade que possam lesionar os joelhos flexões violentas e agachamento podem parecer grandes aliados de boa forma, porém acaba exigindo demais dos joelhos. Não fique sentindo dores se forçá-lo pode causar mais problemas, o mais correto é procurar um especialista para tratar.