terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alimentação é uma das causas da enxaqueca

Laticínios, chocolate, frutas ácidas entre outros seriam os responsáveis pelo mal estar
 
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 90% das pessoas sofram com dor de cabeça.
Inúmeras são as causas que a provocam, mas dentre elas está o que você come. A ocorrência das enxaquecas está relacionada com a alimentação, diz a OMS.

A enxaqueca não se apresenta apenas como uma enorme dor de cabeça. Ela geralmente envolve apenas um dos lados da cabeça. Sua dor é forte, latejante e constante. Muitas vezes vem acompanhada de náuseas.

Segundo a OMS, um dos responsáveis em causar essa dor a quem já tem uma predisposição a ter enxaqueca são alguns alimentos.

Os que causam a enxaqueca são:

Laticínios (leite de vaca magro ou gordo, queijo, iogurte etc.)
. ovos
. chocolate
. frutas ácidas
. carne de vaca, porco, galinha, peixe etc.
. trigo
. amendoins
. tomates
. cebolas
. banana
. maçã

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Cafeína ajuda a fortalecer músculos na terceira idade


Por essa razão consumo de café e refrigerantes beneficiam idosos




Uma boa notícia para idosos que são amantes de café e refrigerantes. As duas bebidas são benéficas para a terceira idade, pois ajudam a manter a força muscular e consequentemente colaboram na prevenção de quedas que são comuns nessa etapa da vida. Tudo graças à cafeína, encontrada tanto no café quanto no refrigerante e que ajudam os músculos a produzir força.

O estudo que detectou esse benefício proporcionado pela cafeína foi realizado pela Coventry University, no Reino Unido. Os pesquisadores isolaram músculos de camundongos em diferentes faixas de idade, de jovens a idosos. Dois músculos que podem ser controlados voluntariamente foram estudados: o diafragma, usado na respiração; e um músculo da perna chamado extensor digitorum longus (EDL), usado na locomoção. Ambos tiveram melhor performance após o uso da cafeína.

Como em estudos anteriores apontaram que o excesso de cafeína poderia dificultar a absorção de cálcio no organismo, nutriente vital para a sustentação dos ossos, as conclusões desse novo estudo serão apresentadas na Society for Experimental Biology este mês.

Alcoolismo antecipa em 15 anos AVC hemorragico

Consumo abusivo de álcool aumenta pressão sanguínea e favorece rompimento das artérias.
 
 

Pesquisadores da Universidade de Lille-Nord, na França, descobriram que indivíduos que ingerem mais de três doses de bebidas alcoólicas por dia podem correr o risco de sofrer um AVC com quase 15 anos de antecedência, se comparados com as pessoas que não fazem uso pesado de álcool. Os resultados foram publicados essa semana na revisa Neurology, editada pela Academia Norte-Americana de Neurologia.

O estudo incluiu entrevistas sobre os hábitos de consumo de 540 pessoas, com idade média de 71 anos, que haviam sofrido AVC com hemorragia intracerebral, ou AVC hemorrágico. Os médicos também entrevistaram os cuidadores e familiares a respeito dos hábitos dos participantes. Um total de 137 pessoas (25%) apresentou comportamento de consumo pesado de álcool, três ou mais doses de bebidas alcóolicas por dia, ou o equivalente a 47,3 mililitros diários de álcool puro. Os participantes também foram submetidos a exames cerebrais de tomografia computacional e seus prontuários médicos foram revisados.

O estudo revelou que os indivíduos habituados ao consumo pesado de álcool sofreram AVC com uma idade média de 60 anos - aproximadamente 15 anos antes da idade média dos demais participantes. Os pesquisadores também notaram que os bebedores pesados que sofreram um AVC antes dos 60 anos corriam um maior risco de morrer, se comparados com o outro grupo. O AVC hemorrágico é causado por um sangramento no cérebro, em vez de um coágulo de sangue, como ocorre no AVC isquêmico.

Acerte nos hábitos e previna um derrame cerebral

No Brasil, o AVC mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. "Além de consumo abusivo de álcool, existem outros fatores de risco para a doença que podem ser evitados", alerta o neurologista Maurício Hoshino, do Hospital das Clínicas e Santa Catarina. Conheça esses fatores e saiba como combatê-los:

Pressão alta
O neurologista André Lima, do Hospital Barra D'or, explica que as paredes internas das artérias sofrem traumas por causa do fluxo do sangue mais forte decorrente da hipertensão. "Esses traumas formam pequenos ferimentos nas paredes, que podem obstruir a passagem do sangue (AVC isquêmico) ou romper a parede da artéria (AVC hemorrágico)", afirma. É possível controlar a doença com medicação e hábitos saudáveis.

Tabagismo
Substâncias do cigarro fazem com que a coagulação do sangue aumente. Com isso, o sangue fica mais grosso e fluxo nas artérias, por sua vez, fica prejudicado, aumentando as chances de um derrame.

Diabetes
O excesso de glicose no sangue (característica do diabetes) aumenta a coagulação do sangue, que fica mais viscoso. "Isso diminui o fluxo de sangue das artérias e pode levar a um AVC", afirma André Lima. Mas vale lembrar que esse problema pode ser controlado com tratamento médico regular e hábitos de vida saudáveis.

"Placas de colesterol e conteúdos gordurosos se depositam lentamente na artéria, fazendo com que ela se feche aos poucos e impeça a passagem de fluxo sanguíneo", afirma Maurício Hoshino. Esse processo provoca arteriosclerose (endurecimento das artérias) e prejudica a oxigenação do cérebro, aumentando o risco de AVC.

Sedentarismo e obesidade
"Pressão alta, colesterol elevado, diabetes e doenças cardiovasculares são complicações decorrentes do excesso de peso e precisam ser prevenidas e controladas com bons hábitos, o que inclui atividade física regular e uma alimentação saudável", diz Maurício Hoshino.

DST: Clamídia

 

 Clamídia é a doença sexualmente transmissível (DST) de maior prevalência no mundo. Ela é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres e ser transmitida da mãe para o feto na passagem pelo canal do parto.
A infecção atinge especialmente a uretra e órgãos genitais, mas pode acometer a região anal, a faringe e ser responsável por doenças pulmonares.
A clamídia é uma das causas da infertilidade masculina e feminina.
Nos homens, a bactéria pode causar inflamações nos epidídimos (epididimite) e nos testículos (orquite), capazes de promover obstruções que impedem a passagem dos espermatozoides. Nas mulheres, o risco é a bactéria atravessar o colo uterino, atingir as trompas provocar a doença inflamatória pélvica (DIP).
Esse processo infeccioso pode ser responsável pela obstrução das trompas e impedir o encontro do óvulo com o espermatozoide, ou então dar origem à gravidez tubária (ectópica), se o ovo fecundado não conseguir alcançar o útero.
Mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite (oftalmia neonatal) e pneumonia.
Sintomas
O período de incubação é de aproximadamente 15 dias, fase em que é possível o contágio.
A infecção pode ser assintomática. Quando os sintomas aparecem, são parecidos nos dois sexos: dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida. As mulheres podem apresentar, ainda, perda de sangue nos intervalos do período menstrual e dor no baixo ventre.
Diagnóstico
Os sinais e sintomas da clamídia podem ser isolados e pouco aparentes o que dificulta o diagnóstico precoce. Em geral, as pessoas procuram o médico, quando surgem as complicações. O exame de urina, da secreção uretral e do material obtido por esfregaço na uretra (nas mulheres, também o material colhido no colo do útero) e o exame para detectar os anticorpos anticlamídia (IgM) são de extrema importância.
Prevenção e tratamento
Não existe vacina contra a clamídia. A única forma de prevenir a transmissão da bactéria é o sexo seguro com o uso de preservativos.
Uma vez instalada a infecção, o tratamento consiste no uso antibióticos específicos (azitromicina, doxiciclina, eritromicina, minociclina, por exemplo) e deve incluir o/a parceiro/a para evitar a reinfecção. É recomendável suspender as relações sexuais nesse período.
Recomendações
* Pratique sexo seguro;
* Procure o médico, assim que manifestar algum sintoma que possa sugerir uma doença sexualmente transmissível. Clamídia e gonorreia são infecções que, com frequência, estão associadas;
* Evite o contato sexual com múltiplos parceiros;
* Siga criteriosamente a orientação do médico sobre a duração do tratamento e as doses dos medicamentos


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Candidíase



                  


Candidíase ou monolíase é uma infecção provocada por fungos – o mais frequente é a Cândida albicans – que pode acometer as regiões inguinal, perianal e o períneo. Apesar de não ser considerada uma doença sexualmente transmissível, pode ser transmitida através de relações sexuais. Mulheres e homens podem desenvolver a infecção.
Geralmente, a candidíase está associada à queda da imunidade, ao uso de antibióticos, anticoncepcionais, imunossupressores e corticoides, à gravidez, diabetes, alergias e ao HPV (papiloma vírus).
Sintomas
a) Nas mulheres
* Coceira na vagina e no canal vaginal;
* Corrimento branco, em grumos, parecido com a nata do leite;
* Ardor local e para urinar;
* Dor durante as relações sexuais.
b) Nos homens
* Pequenas manchas vermelhas no pênis;
* Edema leve;
* Lesões em forma de pontos;
* Prurido (coceira). Em casos mais graves distúrbios gastro-intestinais, respiratórios e outros problemas dermatológicos podem aparecer.
Diagnóstico
É feito pelo exame clínico ginecológico, de laboratório e pelo exame de Papanicolaou.
Tratamento
O primeiro passo para o tratamento da candidíase é determinar as causas combatê-las e evitar recidivas.
Isso posto, são úteis os antimicóticos e pomadas antifúngicas de uso local, Quando eles não são suficientes, a conduta é prescrever medicamentos por via oral por tempo mais prolongado.
Recomendações
* Procure alimentar-se equilibradamente e levar vida saudável;
* Evite o consumo de bebidas alcoólicas e não fume;
* Use camisinha em todas as relações sexuais;
* Não se descuide da higiene íntima;
* Evite roupas justas demais e de material sintético;
* Prefira o papel higiênico branco e sem perfume;
* Não use absorventes internos;
* Siga criteriosamente as recomendações de seu médico. Não suspenda o uso dos medicamentos sem sua recomendação.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Consumir café em excesso reduz chance de gravidez assistida

 



Se você anda tentando engravidar através da fertilização in vitro, diminua o café. Em excesso a bebida reduz a chance de sucesso no tratamento. O alerta foi dado na reunião anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.

O estudo, realizado pelo Clínica de Fertilidade do Hospital Universitário Aarchus, na Dinamarca, apontou que o café causou redução da taxa de gravidez clínica numa porcentagem de 50% e da taxa de nascidos vivos em 40%.

O estudo acompanhou 3.959 mulheres, que responderam sobre o consumo de café logo no início do tratamento (e no início de cada ciclo subsequente). Nenhum efeito foi observado quando os pacientes relataram o consumo de menos de cinco xícaras de café.

Baseado nesses resultados os cientistas recomendam que mulheres que estejam tentando a fertilização não bebam mais do que cinco xícaras da bebida por dia quando estiverem realizando o tratamento.

Dieta cardioprotetora ensina a comer bem e proteger o coração






Doenças cardiovasculares, como infarto e AVC, são a principal causa de morte da população brasileira. Segundo números de 2011 da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 33% dos óbitos no país são decorrentes desses problemas. Com dados tão alarmantes, nunca é demais falar sobre o coração.

Frente a essa realidade, o Hospital do Coração (HCor) em parceria com o Ministério da Saúde tem trabalhado para elaborar cardápios que protejam o sistema cardiovascular, sejam acessíveis e respeitem as diferenças regionais do país. A intenção do projeto é adaptar a famosa dieta mediterrânea, conhecida por ser benéfica ao coração, aos hábitos alimentares da população brasileira. "A variedade de frutas, legumes disponíveis, o hábito de comer iogurte e outros laticínios contribuem para criação de combinações saudáveis", afirma a nutricionista Maria Beatriz, do Hospital do Coração.

Confira a seguir o que não pode faltar na sua dieta cardioprotetora.

Frutas
"Recomenda-se consumir de três a cinco porções de frutas diariamente, mas grande parte da população brasileira não consome sequer um exemplar do alimento por dia", diz a nutricionista Maria Beatriz, do Hospital do Coração. E em um país com tanta variedade, não há justificativa para a falta de disciplina.

Alguns exemplos de frutas benéficas para o coração são o açaí, que oferece gorduras relacionadas à redução do colesterol ruim; a jabuticaba, rica em flavonoides que impedem a formação de coágulos e ajudam a reduzir a pressão arterial; a melancia, que combate a aterosclerose (formação de placas gordura nos vasos sanguíneos) e o cupuaçu, que graças à fibra solúvel pectina ajuda a manter bons níveis de colesterol.

Hortaliças
Legumes e verduras também devem estar presentes nas principais refeições do dia, totalizando quatro ou cinco porções diárias, de acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Os benefícios dessa categoria de alimentos não se dão apenas pelos nutrientes neles encontrados individualmente, mas principalmente porque quanto mais hortaliças você colocar no prato, menos espaço terá para opções gordurosas e calóricas.

O grande benefício dessa categoria de alimentos está no fato de que eles têm poucas calorias e baixíssimo teor de gorduras. Eles ainda oferecem boa quantidade de fibras e vitaminas. Tanto a rúcula, rica nas vitaminas A e C, quanto a couve, fonte das vitaminas C e E, e o tomate, que contém licopeno, funcionam como antioxidantes, impedindo a ação de radicais livres, substâncias que favorecem o envelhecimento celular. Fique atento apenas aos temperos. Prefira ervas naturais e evite o sal, que favorece a hipertensão.

Óleos vegetais
Um dos alimentos com maior destaque na dieta mediterrânea é o azeite. "Aqui no Brasil, entretanto, esse alimento costuma ser muito caro, daí a substituição por óleos vegetais", explica a nutricionista Maria Beatriz.

O óleo de soja é um ácido graxo poli-insaturado, rico em vitamina E, ômega 6 e ômega 3, que ajuda a regular os níveis de colesterol e, assim, a proteger o coração. O de canola, um pouquinho mais caro, é a melhor fonte de ômega 3. O óleo de girassol, por sua vez, contém além do ômega 3 e ômega 6, vitamina E e gorduras monoinsaturadas, que aumentam o bom colesterol (HDL) e reduzem o mau colesterol (LDL). Mas não abuse, a ingestão excessiva desses ou de outros óleos prejudica o funcionamento do coração ao favorecer a formação de placas de gordura que atrapalham a circulação do sangue.

Oleaginosas
Oleaginosas são grandes aliadas do coração por serem fonte de gorduras benéficas, o que ajuda a controlar o colesterol e, consequentemente, proteger o sistema cardiovascular. Há grande variedade desses alimentos, mas os valores costumam ser altos. Por isso, a nutricionista Maria Beatriz recomenda o consumo da castanha de caju e da castanha do Pará, que por serem de origem brasileira, costumam ser mais em conta. Quem pode arcar com uma despesa maior, pode investir nas nozes, no pistache e na avelã.

Laticínios
"O consumo de laticínios também é fundamental para uma dieta equilibrada", afirma o nutrólogo Roberto. Felizmente, leite, iogurte e queijos são bastante consumidos pelos brasileiros. O problema é que os consumidores costumam investir nas versões tradicionais desses produtos, que são ricas em gorduras.

Assim, o leite integral e o iogurte deveriam ser substituídos pela versão desnatada. Os nutrientes de um e de outro são praticamente os mesmos, mas as taxas de lipídios são bem menores. Já a manteiga, que sempre ficou à frente da margarina por não conter gordura trans, agora deve ser deixada em segundo lugar. A margarina teve sua composição modificada e, agora, quase não apresenta esse nutriente em sua composição. A manteiga, por sua vez, é de origem animal - por isso, rica em gorduras saturadas e vilã no controle do colesterol.

Cereais
Dentre os cereais, um dos principais amigos do peito é a aveia, afirma a nutricionista Maria Beatriz. O alimento é fonte de uma fibra insolúvel nomeada betaglucana, que melhora a circulação e inibe a absorção de gordura pelo organismo. A aveia reduz as concentrações de colesterol, triglicerídeos e lipídios totais, favorecendo a saúde cardiovascular. Além dela, existem cereais ricos em gorduras benéficas, como a linhaça, e que favorecem a saciedade, como o centeio. Neste caso, o benefício para o coração é indireto, já que retardando a sensação de fome, o cereal auxilia na manutenção de um peso saudável.

Carnes
A dieta mediterrânea tem ainda uma última lição para quem quer cuidar do coração: reduzir o consumo de carne vermelha. "Isso porque ela privilegia a ingestão de peixes, que são ricos em gorduras boas para a saúde cardiovascular", afirma a nutricionista Maria Beatriz. A profissional diz, entretanto, que a recomendação não consegue ser mantida por muito tempo no Brasil, já que essas carnes costumam ser mais caras. Mas tem como deixar sua carne vermelha mais saudável: um churrasco, por exemplo, continua gostoso mesmo intercalando os espetinhos de carne com outros de legumes. Fuja ainda dos embutidos, como salsicha e salame, que são riquíssimos em gordura e sódio, vilões do coração.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Stress dos pais é fator de risco para obesidade entre os filhos

Pesquisa americana ainda relacionou o stress dos pais a um maior consumo de fast-food das crianças

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Um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Pediatrics sugere que o stress dos pais é um importante fator de risco para a obesidade entre os filhos. A pesquisa, desenvolvida no Hospital Infantil da Filadélfia, nos Estados Unidos, ainda mostrou que o stress entre esses adultos pode aumentar o consumo de fast-food entre as crianças, comportamento que está associado a um maior risco de diversas doenças, entre elas a hipertensão e a síndrome metabólica.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

SUS reduz idade mínima para cirurgia bariátrica


Adolescentes de 16 anos poderão passar pelo procedimento, segundo a Saúde


O Ministério da Saúde vai reduzir a idade mínima para a realização de cirurgia bariátrica de 18 para 16 anos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança integra um conjunto de medidas sobre o tratamento, que deverá ser colocado em prática a partir do próximo ano. O pacote também inclui a obrigatoriedade de cinco exames antes da operação e a oferta de mais uma cirurgia plástica indicada para pacientes que perderam peso. Além da correção do abdome, a rede pública passará a oferecer a reparação na área dorsal a essas pessoas.

Higiene demais pode resultar em alergias





Álcool em gel e sabonetes antibacterianos são muito usados para eliminar as bactérias e afastar o risco de contaminação. No entanto, o Dr. Leonard Bielory, professor da Universidade Rutgers e médico da Robert Wood Johnson University Hospital, garante que usar estes produtos de higiene nas primeiras fases da vida pode resultar em alergias. As informações são do site da rádio 101.5 de New Jersey.
— O sistema imunológico precisa ser exposto às bactérias para que possa aprender a combatê-las. Se o ambiente for estéril, nada estimulará a resposta imune do organismo e, consequentemente, ele estará mais suscetível às alergias.
Isso significa, segundo o Dr. Bielory, que um ambiente estéril, pode não ser tão saudável quanto as pessoas imaginam.
— É claro que um ambiente ultralimpo é importante para uma criança com algum tipo de imunodeficiência, mas no caso de crianças saudáveis seu sistema imunológico precisa ser estimulado para combater infecções. Essa é uma das razões que damos vacinas.
Para o especialista, uma criança no início da vida exposta a um ambiente “sujo” tem menos chances de desenvolver alergias graves na fase adulta. Mas, ele ressalta que isso não se aplica quando os pequenos estão doentes.
— Quando a criança está resfriada, por exemplo, é fundamental higienizar as mãos para diminuir a chance de transmissão da doença. Caso contrário, não é necessário usar álcool em gel ou sabonetes antibacterianos.
O médico acrescenta que a regra de ouro é ao tossir cobrir a boca com o braço ou um lenço em vez das mãos e lavá-las regularmente quando se está doente. Caso contrário, a recomendação é usar água e sabão.

Via: http://noticias.r7.com/saude/higiene-demais-pode-resultar-em-alergias-17102012